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Diretor afastado da Abin diz que órgão não atua no submundo

BRASÍLIA - O diretor-adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), José Milton Campana, afastado na última segunda-feira (1) do cargo juntamente com toda cúpula do órgão pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, disse há pouco aos deputados da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Escutas Telefônicas Clandestinas, que o órgão não realiza escutas telefônicas clandestinas.

Valor Online |

A Abin não fez e não faz interceptação telefônica. Não atua no submundo, de forma sub-reptícia, disse Campana, que pediu para prestar depoimento à CPI.

O afastamento de Campana ocorreu devido às suspeitas de que a Abin teria realizado escutas clandestinas que atingiram vários políticos e autoridades, entre elas o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes. As denúncias foram publicadas pela revista Veja no último fim de semana.

Em sua explanação inicial, Campana, que já trabalhou no extinto Serviço Nacional de Informações (SNI), destacou que a Abin tem a função de produzir oportunamente conhecimento de inteligência para o processo decisório do governo e salvaguardar dados.

Ele negou que a Abin tenha grampeado o presidente do STF. A Abin jamais utilizou mecanismos espúrios e ilegais para atuar. A Abin jamais executou as ações espúrias citadas pela revista de circulação nacional, garantiu Campana.

(Agência Brasil)

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