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Dilma: temos instrumentos para reduzir desemprego

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, confirmou hoje que o governo está avaliando medidas para evitar o desemprego, mas não deu detalhes. O que acho é que hoje o governo tem os instrumentos.

Agência Estado |

A diferença é essa. A gente tem instrumentos para diminuir a quantidade do desemprego", afirmou a ministra. "Essa é uma das questões centrais do governo: não deixar que haja uma queda na oferta do emprego, que comprometa tudo o que conquistamos até agora."

Ela admitiu que o governo precisa "destravar" o crédito para poder negociar com empresários medidas para evitar demissões. "O governo tem conversado com empresários, no sentido de manter a produção e o crédito. Agora, tem de destravar essa questão do crédito para poder, de fato, ter uma conversa nesse nível com os empresários", disse a ministra, ao entrar para a reunião com a direção nacional da Central Única dos Trabalhadores, no Teatro dos Bancários, em Brasília.

A ministra reafirmou que a situação do Brasil é diferente da de países desenvolvidos, onde ocorre grande número de demissões. "Não vamos ter o que está acontecendo no resto do mundo, principalmente nos países desenvolvidos, que é uma 'estagdeflação'", afirmou.

Sobre as demissões na Vale - a mineradora informou ontem que já demitiu 1,3 mil funcionários no Brasil e no exterior, o que representa 2,1% do total de 60 mil funcionários - Dilma disse que elas foram do exterior. "Vamos tomar todas as medidas para evitar ao máximo o desemprego (no País). E isso vai depender de variáveis econômicas."

Dilma disse que não faz previsões sobre a próxima reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, que decidirá sobre a taxa básica de juros, a Selic. "Não vou me manifestar em relação a isso". "No Brasil temos condições melhores. Há esse impacto inicial, essa grande freada de outubro e novembro e todo o trabalho do governo vai garantir que haja continuidade do investimento para que possamos crescer de 3,5% a 4% no ano que vem."

Para a ministra, o momento decisivo da economia do País, com a crise financeira internacional, será no fim deste ano até o fim do primeiro trimestre de 2009. "Essas medidas que o governo já tomou vão ser combinadas, eventualmente, com outras medidas, no momento que a gente localizar problemas concretos."

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