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A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, reafirmou esta tarde que deixará o conselho de administração da Petrobras, do qual é presidente. O novo presidente, segundo a ministra, será o ministro da Fazenda, Guido Mantega, cuja indicação foi aprovada na reunião de hoje.

Com a saída de Dilma, assumirá a vaga de conselheiro o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Marcio Zimmermann, que está sendo cotado para substituir o ministro, Edison Lobão, que deixará a pasta no fim do mês.

"Acho que não tem sentido sair do governo e ficar na presidência da Petrobras. Dizem até que eu podia ficar. Mas não acho que tenha sentido e o governo também achou que não", disse a ministra, que deixará o cargo até o dia 3 de abril para ser a candidata do PT à Presidência da República. Ela disse que quando entrou para o Conselho de Administração da Petrobras, em 2003, a estatal tinha um investimento pequeno. "Agora o investimento é elevado", disse, evitando citar números, que serão divulgados no Rio de Janeiro ainda hoje.

Citou como conquistas da Petrobras a descoberta do pré-sal, os investimentos em refinarias, petroquímica, gasoduto e termelétricas. A ministra evitou falar sobre o local a ser escolhido pela Petrobras para instalar uma nova unidade de produção de fertilizantes. Afirmou que não poderia falar nada sobre o assunto até a divulgação dos dados, no final do dia.

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