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Dilma: País está forte para eventuais efeitos da crise

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou hoje, em discurso para gerentes da Caixa Econômica Federal (CEF), em um hotel de Brasília, que o Brasil está em uma situação forte e robusta para enfrentar eventuais desdobramentos da crise de crédito nos Estados Unidos. Na reunião, na qual não foi permitida a presença de jornalistas, a ministra citou crises econômicas anteriores para mostrar a diferença entre a situação daquela época e a atual.

Agência Estado |

"Vivemos um momento extraordinariamente diferente do de crises anteriores - da crise da Rússia, da Ásia e da Argentina - nas quais o Brasil também esteve mergulhado."

Dilma disse que a crise atual nos EUA, que levou à queda de investimentos e instituições de incentivo ao crédito, não pode ser motivo, no Brasil, de "desconfiança". A ministra afirmou que a Caixa Econômica Federal, uma instituição que financia a construção civil, está em uma situação diferente das instituições similares que sofreram prejuízos nos Estados Unidos.

"Não se pode dizer que uma instituição como a Caixa não tenha recursos para investir", afirmou Dilma. "Isso não ocorre, no Brasil, e não ocorrerá. Os bancos, as instituições financeiras (nos EUA) têm seus problemas, mas não são iguais à Caixa, porque a Caixa tem outro tipo de intervenção na área da construção civil e da construção de moradias e na coordenação de projetos governamentais na área de saneamento."

No discurso, a ministra disse ainda que o processo atual de crescimento econômico do Brasil não vai migrar para estagnação. "É um processo de crescimento que veio para ficar", afirmou. Acrescentou que as avaliações do governo sobre a crise "não são ufanistas e não significam que o governo esteja de olhos fechados." Segundo Dilma, o governo não considera que a situação no mercado internacional não precise ser monitorada.

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