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Dilma nega viés estatizante na criação da CaixaPar

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, afirmou hoje que a permissão para que Caixa Econômica Federal possa entrar como sócia de empresas da construção civil em dificuldades, dada pela Medida Provisória (MP) 443 com a criação da CaixaPar, não tem viés estatizante. Segundo ela, a intenção, inclusive, é de que a Caixa tenha uma participação minoritária nas empresas.

Agência Estado |

"O contrário disso não faz sentido", disse, durante debate no 3º Encontro Nacional da Indústria, organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

A ministra foi questionada por empresários da construção civil que vêem um problema ético no fato de a Caixa, maior financiadora do sistema imobiliário, passar a ser sócia de algumas empresas. A ministra afirmou que a associação com a Caixa não será obrigatória, e lembrou que o BNDES já tem um braço para participações societárias, o BNDESPar, que é sócio de empresas que pertencem a setores financiados pelo banco de fomento.

O fim da apresentação de Dilma no encontro foi marcado por uma súbita queda na energia no Centro de Convenções Brasil 21, onde acontece o evento, em Brasília. A luz demorou alguns minutos para voltar e, nesse intervalo, a ministra continuou respondendo às perguntas no escuro e sem microfone. Alguns convidados fizeram brincadeiras durante o ocorrido, relacionando o blecaute a um possível apagão.

PAC

A ministra disse também que, até o momento, não chegou ao governo qualquer informação sobre problemas de financiamento para obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). "Até agora, não tenho nenhuma informação sobre problemas de financiamento em obras do PAC. O BNDES está financiando tudo", disse a ministra, lembrando que na próxima quinta-feira (dia 23), o governo anunciará o quinto balanço do PAC.

Durante a palestra, Dilma adiantou que, até agora, 190 obras do programa foram concluídas, mas não especificou quais seriam.

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