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Dilma nega que etanol brasileiro prejudique produção de alimentos

São Paulo, 17 nov (EFE).- A produção de etanol de cana-de-açúcar no Brasil não atenta contra a segurança alimentar, ressaltou hoje a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, ao inaugurar em São Paulo a Conferência internacional sobre Biocombustíveis.

EFE |

"O etanol não deve nem pode concorrer com a produção de alimentos", disse a ministra, que frisou que os brasileiros ganharam a "guerra da produtividade", porque o país conseguiu ampliar o mercado desse biocombustível sem aumentar as zonas cultivadas com cana-de-açúcar, da qual se extrai o etanol.

A produção de biocombustíveis no mundo foi questionada por diversas organizações da sociedade civil que consideram que a expansão dessas fontes de energia alternativa atenta contra a segurança alimentar ao deslocar os cultivos destinados à comida.

Dilma lembrou que há 30 anos, quando Brasil começou a desenvolver a tecnologia do programa Proálcool, "foram produzidas 3.200 litros por hectare cultivada, agora dobramos esse número para 6.600 litros no mesmo espaço cultivado".

Sobre preservação de recursos, a ministra apontou que dos entre 10 e 15 mil litros de água gastos por tonelada de cana produzida, se passou aos atuais 1.500 litros graças a novas aplicações tecnológicas.

A indústria da cana, segundo Dilma, ocupa 0,5% das terras do país destinadas à agroindústria e "ao contrário do que se pensa, a produção de grãos, por exemplo, avançou 142% e a área plantada, 24%, durante o auge do etanol". EFE wgm/rr

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