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Dificuldade de crédito externo não impediu BB de financiar exportador

BRASÍLIA - O presidente do Banco do Brasil, Antônio Francisco de Lima Neto, admitiu hoje que está difícil a obtenção de crédito no exterior diante das turbulências no mercado financeiro internacional. Ele garantiu, no entanto, que a seriedade da crise e a escassez de crédito externo não impediram que o banco continuasse atendendo a demanda de financiamento dos exportadores brasileiros. O Banco do Brasil continua atendendo. Nós somos líderes do financiamento ao comércio exterior e, em princípio, neste momento dá para atender.

Valor Online |

Vamos continuar observando, continuar a renovar linhas, tendendo a renovar linhas, ver o que dá", disse o executivo, que foi recebido na manhã de hoje pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega. Ele não revelou o tema da conversa.

Lima Neto considerou no entanto que uma elevação nas taxas de juros cobradas é conseqüência natural do estreitamento do prazo e do esgotamento de crédito no exterior.

"No que diz respeito às linhas externas para o financiamento de comércio exterior existe de fato uma estreitamento de prazos e cotação de lotes menores do que vínhamos cotando no banco e no sistema como um todo, mas tudo sob controle. Não temos nada de luz vermelha ou luz amarela, não".

Sobre as medidas tomadas pelo Banco Central para aumentar a liquidez do mercado (oferta de mais dinheiro na economia), o presidente do BB afirmou que as linhas domésticas do banco estão perfeitas e a instituição não tem problemas. Depois de deixar claro que representa apenas o Banco do Brasil, Lima Neto disse que o sistema é "sólido e muito bem gerido".

Quanto à decisão do BC de prorrogar o prazo sobre o compulsório do leasing, ele informou que a medida pouco atinge o BB. No caso do compulsório sobre os depósitos à vista e a poupança o presidente da instituição disse que o impacto será residual.

Segundo Lima Neto, o BB não tem enfrentado problema de captação de recursos por ser o maior banco do país em crédito e depósito. "A questão de liquidez interna para o Banco do Brasil é extremamente tranqüila. Na realidade o comércio exterior, as linhas externas têm esse fato que independe de nós, mas o Banco do Brasil administra muito bem isso. Temos conseguido atender."
(Agência Brasil)

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