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A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo subiu para 13,1% em março ante fevereiro, quando foi de 12,2%, de acordo com dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) divulgados hoje pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Segundo as entidades, o aumento do desemprego era esperado e é reflexo de fatores sazonais típicos do período.

A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo subiu para 13,1% em março ante fevereiro, quando foi de 12,2%, de acordo com dados da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) divulgados hoje pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Segundo as entidades, o aumento do desemprego era esperado e é reflexo de fatores sazonais típicos do período. Em relação a março de 2009, quando a taxa foi de 14,9%, o desemprego recuou.

O contingente de desempregados na região metropolitana de São Paulo foi estimado em 1,387 milhão de pessoas em março, 97 mil a mais que em fevereiro. O rendimento médio real dos trabalhadores ocupados caiu 0,6% em fevereiro de 2010 ante janeiro e cedeu 0,2% ante mesmo mês de 2009, passando a valer R$ 1.309 mensais. A massa de rendimento dos ocupados caiu 0,2% em fevereiro ante janeiro, mas cresceu 3% ante fevereiro de 2009.

Nas seis principais regiões metropolitanas do País (Belo Horizonte, Porto Alegre, Recife, Salvador, São Paulo e Distrito Federal), a taxa de desemprego cresceu para 13,7% em março ante 13,0% em fevereiro, de acordo com a Fundação Seade o Dieese. Apesar do aumento, é a menor taxa para o mês de março desde 1998. Em março do ano passado, o desemprego nas seis regiões estava em 15,1%. As entidades estimam que 2,767 milhões de pessoas estavam desempregadas nas seis principais regiões metropolitanas em março, 149 mil a mais do que em fevereiro.

O rendimento médio real dos trabalhadores ocupados nessas regiões ficou praticamente estável em fevereiro (-0,1%), em R$ 1.274 mensais. Em relação a fevereiro de 2009, a renda aumentou 0,4%. A massa de rendimento dos ocupados também permaneceu quase estável ante janeiro (-0,1%), mas cresceu 3,5% ante fevereiro de 2009.

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