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Desigualdade continua extremamente elevada , diz Ipea

A desigualdade social permanece alta no Brasil, apesar da redução acelerada, nos últimos seis anos, da diferença entre os mais pobres e os mais ricos. Essa é a principal constatação da análise feita pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2007.

Congresso em Foco |

Divulgado nesta segunda-feira no Rio de Janeiro, o relatório classifica a desigualdade na distribuição da renda per capita no Brasil como "extremamente elevada". Segundo o Ipea, a parcela da renda dos 50% mais pobres é apenas "ligeiramente maior" que a parcela ganha pelo 1% mais rico. "A fatia da renda apropriada pelos 10% mais ricos representa mais de 40% da renda total, ao passo que a fatia apropriada pela metade mais pobre da população representa 15%", informa o relatório.

Os dados são baseados no índice de Gini, indicador usado para mensurar a desigualdade de renda. O Ipea comparou os Pnads de 2001 e 2007 e verificou que esse índice caiu de 0,593 para 0,552. No Gini, quanto mais próximo de zero o coeficiente, menos desigual é o país.

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