SÃO PAULO - O nível de desemprego nas seis áreas monitoradas pela Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) da Fundação Seade e Dieese fechou o mês de junho com uma taxa de 14,6%, ligeiramente inferior aos 14,8% apurados em maio deste ano.

O contingente de desempregados teve pequena alteração, passando de 2,949 milhões em maio para 2,899 milhões de pessoas em junho. Em junho de 2007 esse número era de 3,070 milhões de pessoas.

Foram geradas 74 mil vagas entre maio e junho deste ano, enquanto 24 mil pessoas entraram no mercado de trabalho. O indicador mostra que em junho 17,004 milhões de pessoas estavam ocupadas nessas seis regiões do país, ao passo que a População Economicamente Ativa era de 19,903 milhões.

A redução do desemprego não foi generalizada. Dentre as seis regiões metropolitanas, foi verificada redução no Distrito Federal (de 17,4% para 16,9%); Belo Horizonte (de 10,7% para 9,9%) e em Porto Alegre (de 12,2% para 11,9%).

Nas demais regiões prevaleceu a estabilidade. Foi o caso de Recife, onde a taxa de desemprego passou de 20,5% em maio para 20,6% em junho; Salvador (de 20,8% para 20,6%) e São Paulo (de 14,2% para 13,9%).

Conforme o levantamento, a renda média do trabalhador subiu no conjunto das seis regiões. Os dados dizem respeito aos vencimentos relativos a maio, que são recebidos em junho. O rendimento médio real dos ocupados cresceu 0,8%, ficando em R$ 1.151.

Entre os assalariados a alta também foi de 0,8% no período, para uma média de R$ 1.241. A maior média de rendimento dos ocupados, de R$ 1.645, pertence ao Distrito Federal. A menor, de R$ 707, ainda pertence a Recife.

(Valor Online)

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