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Desemprego no Brasil é o 2º menor da série histórica, diz IBGE

A taxa de desemprego no país atingiu em outubro o segundo menor patamar da série histórica, iniciada em março de 2002, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira. A taxa de desocupação ficou quase estável durante o mês de outubro na comparação com setembro.

Redação com agências |

 

A taxa de desocupação no mês passado foi de 7,5%, ante 7,6% de setembro. Mas na comparação com outubro de 2007, houve queda de 1,2 ponto porcentual.

A menor taxa já registrada pelo IBGE foi em dezembro do ano passado, de 7,4%.

Das seis regiões metropolitanas investigadas, Porto Alegre teve o menor nível de desocupação no mês passado, de 5,6%. Em seguida, veio Belo Horizonte (5,9%). Em setembro, essas taxas foram de 5,7% e 6,1%, respectivamente. Na casa de 7%, apareceram Rio de Janeiro (7%) e São Paulo (7,7%). Em Recife, a taxa de desemprego situou-se em 8,9%, a mesma marca apurada em setembro. Salvador foi a única localidade com nível de desemprego de dois dígitos, 10,7%.

A população desocupada (1,8 milhão) ficou estável em relação a setembro e caiu 11,8% no confronto com outubro de 2007.

O número de ocupados, estimado em 22,155 milhões nas seis regiões metropolitanas estudadas pelo IBGE, apresentou elevação de 0,8% na comparação com o mês anterior (21,979 milhões de pessoas). Também superou em 4% aquele apurado em outubro de 2007 (21,301 milhões de pessoas). "Ou seja, foram criados cerca de 855 mil postos de trabalho", destacou o IBGE.

Rendimento

Mas o rendimento o rendimento médio real habitual dos trabalhadores caiu 1,3%. No mês de outubro, o rendimento médio mensal dos trabalhadores brasileiros foi de R$ 1.258,20. Apesar da queda na comparação com setembro, o valor é 4,5% maior do que o registrado em outubro de 2007.


Na comparação mensal, os trabalhadores com carteira de trabalho assinada no setor privado sentiram uma redução de 0,4% no rendimento, a R$ 1.214,10. A renda dos empregados sem carteira de trabalho assinada no setor privado encolheu 1,3%, ficando em R$ 809,30. Os trabalhadores por conta própria acabaram com a renda 0,5% mais enxuta, de R$ 1.053,10. Militares e funcionários públicos verificaram decréscimo de 1,2% no rendimento médio, para R$ 2.245,60.

Perante outubro do ano passado, o rendimento dos trabalhadores com carteira assinada subiu 4,5%. Os trabalhadores sem carteira ficaram com renda 1,6% maior e os trabalhadores por conta própria registraram elevação de 3,9%. Os militares e servidores públicos tiveram alta de 8%.

A pesquisa do IBGE é feita nas regiões metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre.

(Com informações da Reuters e Valor Online)

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