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Desemprego na América Latina pode crescer 7,5% em 2009, diz Cepal

Santiago do Chile, 18 dez (EFE) - Os desempregados na América Latina e no Caribe, que atualmente somam 16 milhões, podem chegar a 17,8 milhões em 2009 - 7,5% a mais do que em 2008 -, devido à crise internacional, sustentou hoje a secretária executiva da Comissão Econômica Para a América Latina e o Caribe (Cepal), Alicia Bárcena.

EFE |

A economista mexicana respaldou assim o Balanço Preliminar das Economias da região, de que a percentagem de desempregados para o próximo ano pode aumentar desde 7,5% atual entre 7,8% e 8,1%, o que significa que os desempregados poderiam aumentar em 1,8 milhões.

A Cepal sustentou hoje que "o ciclo de bonança econômica" que a região viveu desde 2003, "chega ao fim" em 2008, pois o crescimento cairá bruscamente no próximo ano, de os 4,6% atuais para cerca de 1,9%.

Bárcena comentou que chegou o momento "temos que reunir nossos esforços, nossa mente e nossas melhores idéias para que possamos realmente sair desta crise fortalecidos e não voltar ao passado, mas realmente conseguir que a rentabilidade tanto pública como privada não conspirem contra o bem-estar geral da população".

Neste contexto, Bárcena destacou que a América Latina e o Caribe está melhor preparada que em crises anteriores, mas já começa a observar uma deterioração de alguns indicadores, "que sem dúvida crescerão em 2009".

No entanto, se mostrou esperançosa que o pior da crise se supere antes da segunda metade de 2009, e fez um chamado aos Governos para não descuidarem da desnutrição infantil "e menos ainda da educação".

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