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Desemprego em São Paulo sobe a 14,1% em julho, mostram Seade e Dieese

SÃO PAULO - A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo registrou ligeiro avanço para 14,1% em julho, ante a taxa de 13,9% apurada em junho. De acordo com a Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) e o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o movimento é atípico, já que normalmente ocorrem reduções da taxa de desemprego nesse período.

Valor Online |

Ainda assim, o Departamento destaca que essa foi a menor taxa já registrada para meses de julho desde 1996. O desemprego também ficou abaixo daquele apurada em julho do ano passado, de 15% da população economicamente ativa.

Segundo o levantamento, o número de desempregados cresceu em 27 mil no período, somando 1,487 milhão pessoas sem trabalho formal em julho. No mês foram criadas 18 mil vagas e 45 mil pessoas entraram no mercado de trabalho.

O nível de ocupação teve pequena evolução de 0,2%, atingindo cerca de 9,060 milhões de pessoas. Esse resultado foi influenciado por um crescimento de 6,6% no conjunto agregado de Outros Setores, onde está incluído o setor de Construção Civil. No Comércio a ocupação cresceu 0,2%. Já em Serviços e na Indústria, foi registrada retração de 0,9% e de 0,3%, respectivamente.

Na análise por localidade, a Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) mostra que na capital paulista o desemprego ficou estável em 12,7%. Já no conjunto dos demais municípios da região metropolitana, a taxa subiu de 15,5% em junho para 16,2% em julho. Na região do ABC, houve alta de 0,07 ponto percentual, para 12,7%.

A pesquisa mostra também que houve redução dos rendimentos dos trabalhadores locais. Medido no período entre maio e junho, o rendimento médio real dos ocupados na região metropolitana de São Paulo baixou 2,3%, ficando em R$ 1.205. Entre os assalariados a queda foi de 2,4% na comparação com maio, para uma média de R$ 1.282. Em relação a junho de 2007, entretanto, houve crescimento. O rendimento médio real dos ocupados subiu 2,5% e o dos assalariados avançou 3%.

(Valor Online)

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