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Desaceleração será mais leve no Brasil, diz Meirelles

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, previu ontem uma expansão em torno de 3% para o Produto Interno Bruto (PIB) no quarto trimestre - na comparação com igual período do ano passado -, o que, segundo ele, levaria a economia brasileira a fechar o ano com uma expansão de 5% a 5,5%. O ministro comemorou o crescimento de 6,8% no terceiro trimestre e disse que esse desempenho forte não foi o último de sua gestão à frente do Ministério da Fazenda.

Agência Estado |

Para ele, em 2010 o País voltará a crescer a taxas "expressivas", como as verificadas nos últimos trimestres.

Para 2009, a meta do governo é 4% "Acredito que em 2010 nos voltaremos ter taxas tão fortes de crescimento como tivemos agora porque nós preparamos a estrutura da economia brasileira para isso", afirmou. "Todos sabem que essa crise é forte, mas o Brasil será menos atingido e será o país que sairá mais rapidamente da crise do que outros", acrescentou. Segundo ele, o desempenho no terceiro trimestre deu ao País mais "musculatura" para enfrentar essa fase difícil da economia mundial.

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, foi na mesma direção e disse que os dados do terceiro trimestre sinalizam que a desaceleração da atividade econômica do Brasil não deve ser tão forte como em outros países. "Os números divulgados pelo IBGE para o PIB do terceiro trimestre comprovam a solidez e a força da economia brasileira", disse Meirelles, por meio da assessoria de imprensa.

"Esta força nos dá motivos objetivos para acreditar que a desaceleração econômica no Brasil será mais curta e de menor intensidade que em outros países." No mesmo dia em que o Comitê de Política Monetária (Copom) iniciou sua última reunião do ano para decidir os rumos da taxa Selic, e em meio à pressão política para que inicie o corte dos juros, Meirelles reafirmou a expectativa de que o País deve, a despeito da crise, continuar em expansão.

"A manutenção dos sólidos fundamentos da economia vai dar confiança às empresas e famílias para manter seus planos de médio prazo", afirmou, destacando a "consistência da política que alia responsabilidade fiscal com câmbio flutuante e metas de inflação".

O ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, por sua vez, destacou que o PIB deste ano terá crescimento de 5% mesmo que o resultado da atividade econômica no último trimestre seja de 0%, ante o terceiro trimestre. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo

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