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Depois de dia instável, Bovespa fecha em queda de 0,17%

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) teve um pregão instável nesta sexta-feira. Depois de abrir no negativo, a bolsa paulista oscilou entre o terreno positivo e o negativo ao longo do dia, e acabou encerrando a semana.

Redação com Agência Estado |

  • Freddie Mac e Fannie Mar causam pânico em Wall Street 
  • Bolsas da Europa fecham com forte queda
  • Petróleo encerra semana com novos recordes em Nova York: US$ 147,27

     

    A Bovespa encerrou a sexta-feira perto da estabilidade, em queda de 0,17%, aos 60.148 pontos.  Acumulou alta de 1,32% na semana, mas, em julho, ainda recua 7,49%. No ano, as perdas somam 5,85%. O volume financeiro negociado hoje totalizou R$ 4,809 bilhões.

    As ações da Petrobras tiveram uma sessão predominantemente positiva, impedindo que as perdas do Ibovespa, principal índice da Bolsa, fossem maiores.

    As ações da estatal reagiram em alta ao avanço do petróleo, que chegou a bater nos US$ 147. Petrobras ON subiu 0,88% e Petrobras PN ganhou 1,37%. Vale trabalhou a sessão toda num vaivém entre alta e baixa e fechou na segunda opção. Vale ON caiu 1,63% e Vale PNA perdeu 0,32%. Hoje começou o período de reserva para a oferta global de ações da mineradora.

    O destaque do pregão doméstico foram as ações das empresas de Eike Batista: OGX e MMX. Os papéis despencaram depois que a Polícia Federal confirmou ter executado mandado de busca e apreensão de documentos na casa do controlador das empresas e na sede da MMX. Os mandados fazem parte da Operação Toque de Midas, que investiga irregularidades na concessão da estrada de ferro do Amapá. OGX ON, que chegou a cair 22,75%, fechou em baixa de 10,51%. MMX ON, que recuou 16,03% na mínima, fechou em -9,78%. Os papéis não integram o Ibovespa.

    Dólar

    O dólar operou descolado do mau humor externo nesta sexta-feira e se desvalorizou em relação ao real.

    A moeda americana fechou a semana cotada a R$ 1,602, com queda de 0,50% nesta sexta-feira. Na semana, a moeda registrou queda de 0,44%.

    A continuidade do fluxo cambial positivo e a queda externa da moeda ante o euro e o iene influenciaram o comportamento do dólar no Brasil. No entanto, as cotações à vista não caíram mais por ser véspera de fim de semana e os investidores estarem inseguros em relação à tensão no Oriente Médio envolvendo Irã, Israel e eventualmente os Estados Unidos, e a disparada do petróleo e seu impacto sobre a inflação e a economia global, afirmou um operador.

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