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Democratas promovem medidas no Congresso para ajudar automobilísticas

Washington, 12 nov (EFE) - Líderes democratas das duas Câmaras do Congresso dos Estados Unidos promovem medidas para ajudar a indústria do automóvel, mas o debate, a partir da próxima semana, não será fácil, devido à oposição republicana no Senado.

EFE |

A senadora democrata Barbara Mikulski disse hoje que apresentará na segunda-feira um projeto de lei que "salvará os trabalhos, ajudará os consumidores e respaldará a indústria automotiva americana".

Negar essa ajuda significaria a demissão de trabalhadores, a falência em massa de empresas e um maior encargo público pelas pensões que deixariam de obter os empregados do setor, advertiu a senadora.

Enquanto isso, seu colega democrata e presidente do Comitê de Serviços Financeiros da Câmara de Representantes, Barney Frank, antecipou que apresentará uma lei que concederia empréstimos de emergência no valor de US$ 25 bilhões à indústria automobilística.

No entanto, essa ajuda não seria gratuita, já que Frank pede em troca que o Governo tenha uma participação nas três principais fabricantes de automóveis dos Estados Unidos.

Frank, que fará uma audiência na terça-feira sobre o projeto, propõe que o plano de resgate financeiro de US$ 700 bilhões recentemente aprovado inclua o setor automotivo, e sua idéia encontra eco entre muitos democratas.

Os planos de Frank e Mikulski foram revelados cinco dias depois que o Departamento de Trabalho americano informou que a taxa de desemprego subiu de 6,1% para 6,5%, seu maior nível em 14 anos, enquanto continua a deterioração da economia.

Mikulski propõe que os juros dos empréstimos para adquirir automóveis e os impostos de venda sejam deduzidos do imposto de renda, algo que não ocorre atualmente.

Esse alívio se aplicaria para qualquer veículo novo adquirido entre 12 de novembro de 2008 e 31 de dezembro de 2009.

Mas só as famílias que recebem menos de US$ 250 mil ao ano ou indivíduos com renda inferior a US$ 125 mil anuais poderiam ter acesso a essa dedução. EFE mp/DB

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