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Democratas negam que plano de estímulo beneficiará imigrantes ilegais

Washington, 29 jan (EFE).- O líder da maioria democrata no Senado dos Estados Unidos, Harry Reid, negou hoje as acusações republicanas de que o plano de estímulo econômico debatido no Congresso trará benefícios aos imigrantes ilegais no país.

EFE |

A proposta foi aprovada na Câmara de Representantes na quarta-feira e será votada no Senado na próxima semana.

Em entrevista no Capitólio, Reid e outros senadores democratas defenderam o plano de estímulo como um antídoto à enorme crise econômica que afeta o país.

Algumas fontes legislativas republicanas afirmam que o plano de US$ 819 bilhões aprovado na quarta-feira à noite pela Câmara de Representantes permitirá que os imigrantes ilegais recebam créditos tributários de até US$ 500 por trabalhador ou US$ 1.000 por casal.

A medida, segundo os republicanos, não exige que os trabalhadores apresentem o seguro social para obter o crédito tributário, como aconteceu com os cortes de impostos de fevereiro de 2008, o que, em sua opinião, beneficiará os imigrantes ilegais.

Questionado pela Efe sobre a questão, Reid insistiu em que não há nada "ilegal" no plano de estímulo econômico, e mostrou indignação com as táticas da bancada republicana.

"Esta legislação está dirigida às pessoas que estão trabalhando legalmente em nosso país, se trata disso. Acho que é hora de os republicanos receberem um material de leitura diferente", criticou Reid.

"Quando vão deixar este assunto dos imigrantes ilegais? Este projeto de lei não tem nada de ilegal no que se refere à imigração.

Trata-se de criar empregos para as pessoas que estão legalmente neste país", ressaltou.

A Câmara de Representantes aprovou na quarta-feira à noite o plano de estímulo sem o apoio da minoria republicana, o que afasta a busca de consenso com a oposição promovida pela Casa Branca. EFE mp/db

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