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Democratas na Câmara pedem novo plano de resgate nos EUA

Washington, 13 out (EFE).- Os líderes democratas na Câmara dos Representantes propuseram hoje um segundo pacote de medidas para resgatar o sistema financeiro americano, antes que, de acordo com eles, a recessão se estenda a todos os níveis da economia.

EFE |

"Este é o desafio econômico de nossas vidas", disse o democrata Steny Hoyerem em coletiva de imprensa, depois de se reunir com os principais líderes de seu partido e vários assessores econômicos.

À reunião, entre outros, foram o ex-secretário do Tesouro Lawrence Summers e Joseph Stiglitz, assessor da Casa Branca durante a Presidência de Bill Clinton.

O presidente do Comitê de Serviços Financeiros, o democrata Barney Frank, disse que deve realizar uma audiência em breve para discutir sobre a necessidade de aumentar a regulação do sistema de seguros financeiros, já que, segundo ele, "o fato de não regular adequadamente a economia é o que levou a esta confusão".

A presidente da Câmara, Nancy Pelosi, ressaltou que a audiência acontecerá nas próximas semanas para determinar como seria esse segundo pacote de medidas.

Uma das possibilidades ventiladas é um plano para injetar outros US$ 150 bilhões para financiar projetos de construção de infra-estruturas, dar ajudas aos estados e aos mais pobres.

Os democratas destacaram a necessidade de que o plano já aprovado no valor de US$ 700 bilhões seja usado para comprar ações de bancos com dificuldades e reiteraram que é preciso regular mais o setor financeiro.

Os legisladores culparam pela crise econômica os oito anos de gestão de George Bush e suas políticas fiscais com a redução da regulação e cortes fiscais que, segundo os democratas, beneficiaram os mais ricos.

O porta-voz da Casa Branca, Tony Fratto, considerou a reunião dos democratas uma manobra de "teatro político" dentro da campanha política com vista às eleições de 4 de novembro.

"A reunião de hoje faz parte da campanha política, não ajuda à economia. Veremos onde estaremos no mês próximo, quando o Congresso retomar suas atividades" após as eleições, disse Fratto. EFE elv/rr

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