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Democratas alegam que aumento do desemprego é prova de crise nos EUA

Washington, 5 dez (EFE) - A hierarquia democrata do Congresso dos Estados Unidos ressaltou hoje que a perda de 533 mil empregos em novembro é prova da deterioração da economia e da urgência para um segundo plano de estímulo econômico. O relatório sobre o desemprego do mês passado apontou a pior taxa mensal de perda de trabalhos desde 1974, e situa a taxa nacional de desemprego em 6,7%, seu maior nível em 15 anos. As más notícias para a economia se somam à declaração de um grupo privado no início da semana de que os EUA entraram oficialmente em recessão em dezembro de 2007. Simplesmente não há mais tempo a perder e não há lugar para ideologias partidárias. Temos que atuar com rapidez e de forma inteligente para estancar esta hemorragia de empregos, disse o líder da maioria democrata no Senado, Harry Reid.

EFE |

O senador de Nevada destacou que, para ajudar os setores mais afetados pela crise, o congresso deve aprovar um plano de reativação econômica "que inclua a criação de empregos bem remunerados, uma redução de impostos para a classe média e que inspire confiança para estabilizar a volatilidade do mercado".

A presidente da Câmara de Representantes, Nancy Pelosi, assegurou que o relatório de desemprego e as "exorbitantes" solicitações para assistência alimentícia "deveriam obrigar o presidente Bush e os republicanos no senado a abandonar sua oposição" ao plano de estímulo.

O líder da maioria democrata na Câmara Baixa, Steny Hoyer, responsabilizou o presidente George W. Bush por "negligência econômica", ao "continuar oferecendo resistência" ao plano de estímulo.

Já o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, também se somou ao coro de vozes democratas para pedir a aprovação de um plano de recuperação econômica que gere "pelo menos 2,5 milhões de empregos adicionais pelos próximos dois anos".

"Não há nenhuma regra rápida ou fácil para esta crise, a qual leva muitos anos se formando, e é provável que piore antes de melhorar", disse Obama em comunicado, no qual resumiu as principais idéias de seu plano de estímulo. EFE mp/db

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