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Democrata diz que Senado dos EUA votará logo pacote econômico

Washington, 6 fev (EFE).- O líder democrata no Senado dos Estados Unidos, Harry Reid, disse que a Câmara Alta deve votar hoje ou durante o fim de semana o plano de estímulo econômico de US$ 780 bilhões, após o acordo preliminar alcançado nesta sexta, que acabou reduzindo o montante da versão original.

EFE |

O acordo foi anunciado após uma semana de intensos debates entre democratas e republicanos sobre como e onde reduzir parte do componente tributário do pacote, pensado para criar ou preservar entre três e quatro milhões de empregos nos próximos dois anos.

Em declarações no plenário, Reid reconheceu que foi um processo "aberto", mas "difícil", e expressou sua confiança de que o plano seja submetido à votação, esta noite ou nos próximos dois dias.

O grupo negociador de 20 senadores, liderado pelo democrata Ben Nelson e a republicana Susan Collins, conseguiu reduzir o plano de estímulo de pouco mais de US$ 900 bilhões a US$ 780 bilhões, perante pressões políticas.

Nelson explicou que é urgente que o Senado aprove o plano econômico no momento em que aumenta a ansiedade dos americanos devido à perda em massa de empregos.

No entanto, não é certeza que os democratas reúnam os 60 votos mínimos necessários para a aprovação do plano.

"O povo americano quer que trabalhemos juntos. Não querem nos ver divididos em torno da crise mais grave que nosso país enfrenta", afirmou Collins.

Na semana passada, a Câmara dos Representantes aprovou sua própria versão do plano, dotada de US$ 819 bilhões e que compreende cortes tributários para famílias e negócios, assim como fortes investimentos em programas sociais e projetos de infraestrutura.

Apesar do enorme capital político investido pelo presidente Barack Obama nesse projeto, e de suas ânsias por uma cooperação bipartidária, nenhum republicano da Câmara votou a favor do plano.

De todas as maneiras, a versão que sair do Senado terá que ser harmonizada com a da Câmara de modo a produzir um só texto definitivo.

A meta é enviá-lo a Obama no próximo 13 de fevereiro, ou antes do recesso da semana seguinte, para promulgação. EFE mp/rr

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