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As commodities agrícolas fecharam sem direção comum ontem na Bolsa de Chicago. Apesar da alta de 1,2% do dólar frente a uma cesta de moedas rivais, o que costuma pressionar as commodities, os preços da soja, por exemplo, fecharam praticamente estáveis, em leve queda.

As commodities agrícolas fecharam sem direção comum ontem na Bolsa de Chicago. Apesar da alta de 1,2% do dólar frente a uma cesta de moedas rivais, o que costuma pressionar as commodities, os preços da soja, por exemplo, fecharam praticamente estáveis, em leve queda. Os contratos futuros com vencimento em julho terminaram a US$ 9,4050 por bushel, em baixa de 0,05%. Neste momento, os produtores americanos de soja não estão muito interessados em vender. Mas a demanda é firme, tanto para atender o mercado doméstico quanto a exportação. Assim, os processadores americanos precisam pagar preços mais altos pela oleaginosa. Também há rumores de que a China está dando preferência ao mercado americano em detrimento do Brasil. O trigo terminou o dia em terreno negativo em Chicago, com perdas de 0,95%. Mas antes do fechamento os preços caminharam nos dois sentidos. Os fundamentos do trigo (sinais de oferta e demanda) são negativos: há amplo abastecimento no mundo e o consumo não consegue acompanhá-lo. Já o milho registrou ganhos. O contrato de julho subiu 0,54%. O reflexo positivo do mercado de soja durante o dia permitiu que o milho atingisse níveis técnicos estratégicos. Investidores que se baseiam em análise gráfica de preço, como fundos, compraram nestas áreas.

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