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Demanda cai mais e aéreas devem ter perdas acima de US$ 5,2 bi

GENEBRA - As companhias aéreas internacionais tiveram uma queda alarmante no número de passageiros e cargas em setembro, o que deve ampliar seus prejuízos para mais de US$ 5,2 bilhões este ano. A América Latina foi a única região onde as companhias aéreas internacionais registraram alta no tráfego de passageiros em setembro e a que mais expandiu o transporte de cargas, mas seu peso é de 4,4% e 2,1% respectivamente no total global. A deterioração do tráfego é alarmante e generalizada, afirmou Giovanni Bisignani, diretor-geral da Iata, associação que reúne as companhias aéreas internacionais. Em setembro, o tráfego global de passageiros declinou pela primeira vez desde a crise de Síndrome Respiratória Aguda Severa (Sars, na sigla em inglês) em 2003. Caiu 2,9% comparado ao mesmo período do ano passado.

Valor Online |

Somente a América Latina conseguiu se livrar com demanda maior em 1,7%.

O tráfego de cargas declinou ainda mais, 7,7%, o pior resultado desde a crise da bolha da internet em 2001, segundo a Iata.

O resultado mais preocupante foi para os transportadores da Ásia Pacífico, sofrendo com a desaceleração do comércio mundial.

Já na América Latina, o transporte de carga aérea aumentou 12,2%.

Para a Iata, mesmo a baixa do preço do barril de petróleo, que agora custa só a metade do seu pico de julho, não será suficiente para compensar o impacto na queda da demanda global.

(Assis Moreira | Valor Econômico para o Valor Online)

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