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Déficit comercial nos EUA cai 4,1%, a US$ 56,8 bilhões em junho

O déficit comercial dos Estados Unidos recuou 4,1%, ficando em US$ 56,8 bilhões em junho porque a fragilidade do dólar compensou o nível recorde dos preços do petróleo, indicou nesta terça-feira o departamento do Comércio.

AFP |

Esta é uma boa surpresa para os analistas, que esperavam um agravamento do déficit, para US$ 61,9 bilhões. O déficit comercial voltou assim a seu nível mais baixo desde março de 2008.

Para maio, os dados foram revisados a US$ 59,2 bilhões, em vez dos US$ 59,8 bilhões anunciados inicialmente.

Desde o início do ano, o déficit atingiu US$ 351,4 bilhões, contra US$ 358,4 bilhões no mesmo período de 2007. Os Estados Unidos pode portanto, se continuarem neste ritmo, reduzir seu desequilíbrio comercial pelo segundo ano consecutivo em 2008.

A baixa de junho pode ser explicada por uma forte alta das exportações, de 4%, a US$ 164,4 bilhões, enquanto as importações aumentaram apenas 1,8%, a US$ 221,2 bilhões.

Do lado das importações, o déficit caiu graças ao petróleo, que atingiu um preço recorde (117,13 dólares o preço médio do barril para importação), levando o déficit da balança de petróleo a um novo recorde histórico (US$ 36,4 bilhões).

Le prix à l'importation du baril n'a cessé d'augmenter depuis février 2007 (il ne valait alors que 50,64 dollars) mais la forte baisse des cours enregistrée récemment devrait apporter un peu d'air aux comptes américains.

Em contrapartida, o déficit da balança dos produtos não-petroleiros foi o mais fraco já registrado desde fevereiro de 2003.

Os Estados Unidos reduziram no total suas importações fora as categorias matérias-primas, comprando menos produtos alimentares (menos US$ 144 milhões), bens de equipamentos (menos US$ 1,4 bilhão) e bens de consumo (menos 576 ilhões) no exterior. Mas as importações de bens industriais aumentaram US$ 5,6 bilhões.

Ao mesmo tempo, os americanos exportaram quantias recordes de produtos alimentares (alta de US$ 853 milhões), bens industriais (alta de 2,8 bilhões), de bens de equipamentos (alta de 1,2 bilhão) e de produtos de consumo (alta de US$ 722 milhões).

Com o dólar fraco, os EUA conseguiram recorde de exportações para a União Européia (UE). Mas esta tendência não deve durar, devido à valorização recente da moeda americana e do desaquecimento da economia mundial.

Em dados não corrigidos das variações sazonais. o déficit com a UE aumentou 4,5% a US$ 8,2 bilhões. O déficit com a China aumentou 1,8%, para US$ 21,4 bilhões e o déficit com o Canadá aumentou 33%, para US$ 7,2 bilhões.

cg/lm

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