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Nível é o mais elevado em um ano e meio, segundo informações do Departamento do Comércio do país

O deficit comercial dos Estados Unidos subiu inesperadamente 4,8% em maio, para US$ 42,27 bilhões, o nível mais elevado em um ano e meio, informou hoje o Departamento do Comércio do país. O resultado reflete, em grande parte, um aumento nas importações da China. O déficit de abril foi revisado em alta para US$ 40,32 bilhões, ante uma estimativa inicial de US$ 40,29 bilhões. Economistas esperavam que o déficit caísse para US$ 38,9 bilhões em maio.

As exportações subiram 2,4%, para US$ 152,25 bilhões em maio, o maior nível em 20 meses. Em abril, elas haviam ficado em US$ 148,72 bilhões. Já as importações subiram 2,9% em maio, para US$ 194,52 bilhões, ante os US$ 189,04 bilhões de abril. O déficit comercial dos EUA com a China subiu para US$ 22,28 bilhões em maio. Este é o maior nível desde outubro e está 15% acima do déficit de abril, que estava em US$ 19,31 bilhões.

A conta com as importações de petróleo caiu para US$ 21,54 bilhões em maio, ante os US$ 22,69 bilhões de abril. Já o preço médio do petróleo importado caiu US$ 0,20 por barril, para US$ 76,93 o barril. As importações em termos de volume também cederam para 280,03 milhões de barris, ante 294,12 milhões de barris.

Os EUA registraram déficit menor com o Japão em maio, de US$ 3,61 bilhões, após déficit de US$ 4,82 bilhões em abril. O déficit com o Canadá caiu para US$ 2,33 bilhões em maio, de US$ 2,73 bilhões em abril. Em relação ao México, o déficit comercial subiu para US$ 6,15 bilhões em maio, de US$ 5,33 bilhões em abril. Já o déficit comercial com a zona do euro (que reúne os 16 países que adotam o euro como moeda) subiu para US$ 5,20 bilhões em maio, de US$ 4,83 bilhões em abril. As informações são da Dow Jones.

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