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Defeito provocou acidentes graves

O sushiman Elson da Silva é proprietário de um Fiat Stilo 2008 1.8 automático, sem ABS, cuja roda traseira se desprendeu.

Agência Estado |

A Fiat negou o conserto em garantia, enquanto a seguradora negou a cobertura, entendendo que se tratou de defeito de fabricação. Consertou o veículo fora da rede autorizada, que cobrava mais de R$ 10 mil. "Foi um caso grave, eu estava a minutos de pegar a rodovia Castelo Branco na hora do desprendimento."

Um caso mais grave ocorreu com o técnico em informática Márcio Gomes de Menezes, em Minas Gerais, que era dono de um Stilo Connect 2006. Em setembro de 2007, ele diz ter visto a roda traseira passando na frente do seu veículo quando trafegava por uma rodovia em Belo Horizonte. "Bati contra uma mureta. Quebrei sete costelas e uma de minhas amigas morreu na hora".

Em fevereiro de 2008, o consultor José Santini diz que trafegava na Rodovia dos Bandeirantes quando perdeu o controle de seu Stilo 1.8 ano 2004 e bateu. "Fui socorrido pela equipe da concessionária da estrada, que me informou que a roda traseira esquerda do carro havia se soltado."

O caso de Carla Barbosa foi o que motivou o pedido de análise do Procon-DF ao DPDC. Ela perdeu o controle do seu Stilo 2007 a 80 km/h depois que a roda esquerda traseira se soltou. "O veículo tombou, saiu deslizando e parou no meio da pista", contou, na época. Ela estava com o marido e três filhas.

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