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Dados indicam que pré-sal não é campo único, diz Petrobras

O diretor de Exploração e Produção da Petrobras, Guilherme Estrella, disse nesta segunda-feira que as informações atuais da estatal indicam que a área da camada pré-sal - que se estende do Espírito Santo até Santa Catarina - deve conter acumulações dispersas de petróleo. A interpretação geológica varia, mas a primeira informação que temos é de que são campos separados uns dos outros. O mais provável é que o pré-sal não seja um grande mar único de petróleo de 800 quilômetros de extensão por 200 de largura, disse Estrella.

Agência Estado |

Com relação à possibilidade de alguns dos nove blocos já licitados no pré-sal "vazarem" para áreas vizinhas que ainda não foram leiloadas, o que obrigaria o governo a fazer a chamada unitização (termo técnico para unificação), Estrella explicou que o governo tem até dezembro de 2010 para decidir o que vai fazer.

"Somente em dezembro de 2010 terminaremos a fase de avaliações de Tupi. Para começar a produção precisamos ter a unitização, mas provavelmente, até lá, isso já vai estar resolvido", completou.

Ele, entretanto, afirmou que, apesar de a unitização ter de ser definida antes do início da produção, a extração pode começar antes da definição dessas regras. "A produção não precisa começar abrangendo toda a área unitizada, mas pode ser iniciada em um núcleo central", disse.

 

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