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Dados econômicos confirmam recessão nos EUA, e Governo busca saída à crise

César Muñoz Acebes. Washington, 1 dez (EFE) - A economia dos Estados Unidos entrou em recessão em dezembro do ano passado, segundo o Escritório Nacional de Pesquisa Econômica (NBER, em inglês), cuja conclusão foi amparada pelos dados negativos da atividade manufatureira e de construção divulgados hoje. O órgão fez um estudo para definir se os EUA estão ou não recessão. A entidade, encarregada de fixar uma data para o início e o fim das contrações econômicas, concluiu que os Estados Unidos entraram em recessão em dezembro de 2007. O comitê determinou que a diminuição na atividade econômica em 2008 cumpre a norma para uma recessão, ressaltou o grupo. Neste ano, os EUA não tiveram dois trimestres sucessivos de contração econômica, que é o parâmetro usual para dizer que o país está em recessão, mas o NBER afirmou que a piora do emprego e os dados ambíguos sobre a produção justificam sua decisão. Nos primeiros nove meses do ano foram perdidos 1,2 milhão de postos de trabalho nos Estados Unidos e esse número poderia aumentar em mais de 300 mil na sexta-feira, quando serão divulgados os dados de emprego de novembro. O NBER, composto por economistas independentes de prestígio, descreve uma recessão como um período no qual o crescimento econômico perde força, os negócios deixam de crescer, o emprego cai, o desemprego aumenta e diminuem os preços dos imóveis. O secretário do Tesouro, Henry Paulson, tentou amortizar essa notícia negativa e revelou q...

EFE |

Em uma entrevista à rede de televisão "ABC" que será exibida hoje, Bush disse "lamentar" a crise e afirmou "quando se escrever a história deste período, as pessoas se darão conta de que muitas das decisões tomadas em Wall Street foram adotadas ao longo de uma década". Bush está há oito anos no Governo.

Os dados econômicos estão transformando em um pesadelo sua saída da Casa Branca.

Em novembro, a produção de manufaturas registrou contração pelo quarto mês consecutivo e se situou no menor nível dos últimos 26 anos, segundo dados do Instituto de Gestão de Fornecimento (ISM) divulgados hoje.

Além disso, o gasto em construção caiu 1,2% em outubro, mais que o previsto, disse também hoje o Departamento de Comércio.

Diante desses dados, a recessão que agora é oficial não dá sinais de trégua. EFE cma/db

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