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Dados dos EUA chamam atenção hoje

SÃO PAULO - Em dia de fraca agenda doméstica, a atenção fica voltada para os eventos do mercado externo, mais especificamente para os indicadores da economia americana. O Departamento de Comércio apresentará a venda de novos imóveis no mês de fevereiro.

Valor Online |

A previsão sugere alta de 2,9%, para 315 mil unidades na taxa anualizada, contra os 309 mil de janeiro.

Ontem, a Associação Nacional dos Corretores de Imóveis dos EUA mostrou que a comercialização de casas usadas caiu 0,6% no mês passado, para 5,02 milhões de unidades na taxa anualizada, contração menor do que a estimada.

Ainda na agenda americana, os investidores conhecem as encomendas por bens duráveis em fevereiro. As previsões oscilam de alta de 0,6% a 1,7%, seguindo avanço de 2,6%.

Por aqui, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) apresenta o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) para as cidades São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Brasília, Salvador e Recife.

Ainda pela manhã, o Banco Central (BC) divulga o fluxo cambial referente à terceira semana de março, divulgação que perdeu um pouco de impacto, já que a própria instituição divulgou que o saldo no mês até o dia 18 estava negativo em US$ 2,6 bilhões.

Também na parte da manhã, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresenta o Índice de Confiança do Empresário Industrial. Já no período da tarde, sai o relatório mensal da Dívida Pública Federal.

No campo corporativo, atenção para os números da Cesp, CSU Cardsystem, GP Investments, Guararapes e MRV Engenharia.

Na quinta-feira, o foco fica com a ata do Comitê de Política Monetária (Copom) e com a taxa de desemprego de fevereiro.

A semana acaba com a leitura final do Produto Interno Bruto (PIB) americano no quarto trimestre.

(Eduardo Campos | Valor)

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