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Dados de emprego nos EUA e IPCA fecham a semana

SÃO PAULO - As notícias que vem da Europa concentram as atenções, conforme se agrava a preocupação com os desdobramentos da crise da dívida grega, e os investidores também assimilam as mais variadas explicações para o pânico que tomou contra do mercado em parte do pregão de ontem. Mas a agenda de indicadores dessa sexta-feira também requer atenção. Por aqui, o foco está no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de abril.

Valor Online |

SÃO PAULO - As notícias que vem da Europa concentram as atenções, conforme se agrava a preocupação com os desdobramentos da crise da dívida grega, e os investidores também assimilam as mais variadas explicações para o pânico que tomou contra do mercado em parte do pregão de ontem. Mas a agenda de indicadores dessa sexta-feira também requer atenção. Por aqui, o foco está no Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de abril. O consenso ronda alta de 0,55%, mas surpresas negativas não são descartadas, com a inflação podendo superar 0,60%. Em março, a leitura fora de 0,52%. No mercado americano, os agentes aguardam o relatório sobre o mercado de trabalho em abril. As previsões oscilam entre abertura de 187 mil a 200 mil postos de trabalho, dando sequência à variação positiva de 162 mil postos registrados em março. Já a taxa de desemprego deve permanecer estável, em 9,7%. No período da tarde, será conhecida a demanda por crédito nos Estados Unidos durante o mês de março. No front corporativo local, saem os números da Hering e, no campo externo, os da Panasonic. Na próxima semana, a agenda local reserva a primeira prévia do IGP-M, a pesquisa mensal de comércio e o IGP-10 de maio. Do exterior, os agentes recebem a concessão de crédito na China, PIB na zona do euro e produção industrial e vendas no varejo americano. (Eduardo Campos | Valor)

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