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Cooplantio faturou R$ 297 mi em 2008 e prevê alta de 20% este ano

Porto Alegre, 30 - A Cooperativa dos Agricultores de Plantio Direto (Cooplantio) faturou R$ 297 milhões no ano passado, 61% acima do resultado de 2007, puxada pelo desenvolvimento de três unidades de negócios, além dos agroquímicos. Com os novos segmentos, a Cooplantio passou a atuar na distribuição de agroquímicos, sementes, fertilizantes e grãos.

Agência Estado |

O foco está, principalmente, nas dívidas tributárias, e o objetivo é evitar a inadimplência e oferecer a contrapartida da manutenção dos empregos. A central sindical também já solicitou ao governo federal o aumento do acesso da pequena indústria aos financiamentos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), por meio de linhas com juros menores e prazos mais longos.

A avaliação da pequena indústria é a de que a única linha que tem funcionado bem para o segmento, embora com volume e impacto limitados, é o Cartão BNDES.

Nas últimas semanas, dirigentes da CUT e do Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo (Simpi) se reuniram para elaborar a proposta, que ainda precisa do sinal verde do governo federal.

O objetivo é se opor à ideia da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e da Força Sindical, que prevê a redução da jornada de trabalho em 25% e dos salários em 15%. CUT e Simpi avaliam que a diminuição dos salários impacta diretamente o poder de compra dos trabalhadores e, consequentemente, no crescimento econômico. O Simpi representa cerca de 200 mil empresas e emprega 1 milhão de trabalhadores.

Pesquisa do sindicato realizada entre os dias 12 e 15 de janeiro já mostrou que cada empresa do setor demitiu em média 2,5 trabalhadores no último trimestre do ano e ainda pretende dispensar 3 empregados nos próximos meses em função dos impactos da crise financeira internacional. O levantamento mostrou que 24,5% dos micro e pequenos empresários consultados apontaram como a maior dificuldade a ser enfrentada em 2009 a incerteza no mercado, seguida pela falta de crédito (21,2%), queda nas vendas (18,9%) e carga tributária (16,1%).

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