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CUT e Abimaq farão proposta conjunta ao governo

BRASÍLIA - A Central Única dos Trabalhadores (CUT) e a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) apresentam nesta sexta-feira uma série de propostas para estimular a retomada de investimentos e manter empregos e salários durante o início deste ano. A ideia é reduzir o peso de impostos pagos aos governos federal ( PIS/Cofins e IPI) e estadual (ICMS) e desengavetar projetos empresariais postergados desde o fim do ano passado em razão da crise financeira internacional. Há também propostas para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Agência Estado |

O acordo seria temporário, com duração de três a quatro meses, e durante esse período as empresas garantiriam o emprego e o salário dos trabalhadores. Na avaliação da Central, a retomada dos investimentos e da produção garantiria a manutenção dos empregos.

CUT e Abimaq são contra a redução da jornada de trabalho associada à diminuição dos salários dos trabalhadores. "Eu acho que essa deve ser a última das opções. Há muitas outras medidas a serem tomadas antes. Para o setor, a redução dos salários significa a redução do consumo", disse o presidente da Abimaq, Luiz Aubert Neto.

"Reduzir a jornada e os salários seria dar um tiro no pé. Ninguém vai sair dessa crise com uma proposta que diminui o poder de compra dos trabalhadores", afirmou o presidente da CUT, Artur Henrique.

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