O presidente da Associação Nacional para Inclusão Digital (Anid), Percival Henrique de Souza, afirmou há pouco que o desenvolvimento tecnológico que será promovido com o Plano Nacional de Banda Larga é positivo, mas os custos iniciais previstos pelo governo ainda não são considerados como estímulo à expansão dos serviços por meio dos pequenos provedores, que é a aposta do Palácio do Planalto. Segundo ele, o preço de R$ 230 por megabit, que será comercializado pela Telebrás no atacado, ainda é caro e não permite uma oferta do serviço ao consumidor final a R$ 35, teto estipulado no plano.

O presidente da Associação Nacional para Inclusão Digital (Anid), Percival Henrique de Souza, afirmou há pouco que o desenvolvimento tecnológico que será promovido com o Plano Nacional de Banda Larga é positivo, mas os custos iniciais previstos pelo governo ainda não são considerados como estímulo à expansão dos serviços por meio dos pequenos provedores, que é a aposta do Palácio do Planalto. Segundo ele, o preço de R$ 230 por megabit, que será comercializado pela Telebrás no atacado, ainda é caro e não permite uma oferta do serviço ao consumidor final a R$ 35, teto estipulado no plano. "Nós compramos por R$ 150 porque juntamos cerca de 500 provedores", disse Souza, após participar de um encontro na Casa Civil. Ele explicou, no entanto, que em mercados como a região Norte o problema maior é a falta de infraestrutura. "O que o Brasil precisa é de redes", disse. Representantes da sociedade civil que também participaram da rodada de apresentações do plano de banda larga, promovida pela Casa Civil nesta sexta-feira, se mostraram otimistas com o programa. Para Sérgio Amadeo da Silveira, da Casa de Cultura Digital de São Paulo, o plano é uma resposta do governo à postura das empresas privadas. Ele ponderou, entretanto, que o governo precisa ampliar a velocidade de acesso sugerida. "O plano é bom, mas precisa de acertos. Uma velocidade de 512 quilobits não é banda larga", disse.

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