Publicidade
Publicidade - Super banner
enhanced by Google
 

Custo de operação aumentou

Acídio de Lima Felipe percorreu o mesmo caminho da maioria dos proprietários de loja de materiais de construção. Usou a indenização recebida na demissão para montar o estabelecimento, que tem seu nome e funciona há um ano na rua Abolição, Bela Vista.

Agência Estado |

Para ele, um pequeno comerciante, a nova lei não afetou o cotidiano. "A diferença é que preciso chegar mais cedo aos sábados, para receber os materiais brutos." A lei permite a circulação de caminhões grandes até as 8 horas e a partir das 14 horas aos sábados. As pequenas mercadorias e as entregas para clientes - a maioria pequenas reformas - são distribuídas com vans.

Já na Ferragens Padac, com sede na avenida Brigadeiro Luiz Antonio e filial na rua Santo Amaro, o problema é bem maior. "Estamos sem cimento há dez dias. Os fornecedores não têm agenda. Areia também está faltando. Dos 400 sacos (20 kg) que encomendei, recebi apenas 100", conta o balconista Marcos Paulo Gallani. "Com caminhões menores, os fornecedores não conseguem dar conta." Gallani diz que a mercadoria que falta na sua loja está estocada nos depósitos da Mooca, Brás, Vila Leopoldina e bairros que estão na divisa do centro expandido. "Tem o produto, mas ele não chega até nós."

Na Nicon, um desses depósitos, a situação também está difícil. "Tivemos um aumento de 60% no frete e estou tendo problemas com os funcionários, que não querem trabalhar de noite", diz o dono, Hiroshi Shimuta. Ele tem dez caminhões, que agora só podem circular durante a noite.

Leia tudo sobre: home

Notícias Relacionadas


Mais destaques

Destaques da home iG