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Cteep conta com BNDES e bancos privados para linhas de do Madeira

RIO - A Cteep (Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista) conta com a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para garantir a maior parte do financiamento necessário para a construção dos dois lotes arrematados hoje pela empresa no leilão de linhas de transmissão das usinas de Santo Antônio e Jirau, no Rio Madeira. Líder do consórcio Madeira Transmissão, com fatia de 51%, a companhia deverá arcar com cerca de R$ 1,02 bilhão dos R$ 2 bilhões de investimentos estimados para as obras que terão que ser efetuadas pelo consórcio.

Valor Online |

O BNDES pode financiar até 75% dos itens passíveis de apoio pelo banco de fomento. O presidente da Cteep, Sidnei Martini, estima que o restante deverá vir do Fundo Constitucional do Norte (FNO, que apóia empreendimentos na Região Norte, administrado pelo Banco da Amazônia) e de bancos privados. Caso haja necessidade, Martini garantiu que haverá desembolso de parte do caixa da companhia.

O executivo afirmou que a empresa não viu o crédito limitado por bancos privados, mesmo durante o aperto de crédito causado pela atual crise internacional. Segundo ele, o dinheiro ficou mais caro no mercado, mas a companhia continuou com uma boa oferta de recursos.

"O crédito não sumiu para a Cteep, tanto é que conseguimos viabilizar a vitória em dois lotes do leilão", frisou Martini.

O consórcio Madeira Transmissão conta ainda com a participação de Furnas e Chesf, cada uma com 24,5% de participação. Juntas, as três empresas arremataram as concessões para o lote D, que engloba uma linha de transmissão coletora Porto Velho-Araraquara e o lote F, para construção de uma estação retificadora em Rondônia e uma estação inversora em São Paulo.

(Rafael Rosas | Valor Online)

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