<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"><channel><title><![CDATA[Crise Econômica Mundial – Especial – iG]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/</link><description><![CDATA[Confira no iG tudo sobre a Crise Econômica Mundial, com reportagens exclusivas sobre as dificuldades da economia na Europa e EUA, além de seus efeitos no resto do mundo.]]></description><language>pt-BR</language><pubDate>Wed, 19 Jun 2013 16:13:48 -0300</pubDate><lastBuildDate>Wed, 19 Jun 2013 16:13:48 -0300</lastBuildDate><docs>http://www.ig.com.br/rss/</docs>    <copyright>Copyright Sistemas Web - Internet Generation. Todos os direitos reservados.</copyright><atom:link xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/" rel="self" type="application/rss+xml" /><image><title><![CDATA[Crise Econômica Mundial – Especial – iG]]></title><url>http://images.ig.com.br/logo_ig.gif</url><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/</link><width>65</width><height>80</height></image><item><title><![CDATA[GM descarta investimentos adicionais na Peugeot por conta da crise na Europa]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-19/gm-descarta-investimentos-adicionais-na-peugeot-por-conta-da-crise-na-europa.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Agência Estado</strong></p>Montadora francesa registrou prejuízo líquido de € 5,01 bilhões (US$ 6,74 bilhões) em 2012<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/estado.png" alt="Agência Estado"></p><p class="  ">A General Motors (GM) negou nesta quarta-feira (19) que pretenda fazer investimentos adicionais em sua parceira francesa Peugeot Citröen, sujeita ao complicado mercado automobilístico europeu.</p><p class="  "> </p><p><strong>-Veja também:</strong> <a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-18/vendas-de-carros-na-europa-atingem-menor-nivel-em-20-anos.html" href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-18/vendas-de-carros-na-europa-atingem-menor-nivel-em-20-anos.html">vendas de carros na Europa atingem menor nível em 20 anos</a></p><p class="  ">As duas empresas concordaram, no ano passado, em dividir custos e desenvolver conjuntamente novos veículos na Europa, mas com a venda separada dos automóveis.
</p><p class="  ">A montadora francesa registrou prejuízo líquido de&nbsp;€ 5,01 bilhões (US$ 6,74 bilhões) em 2012. </p><p>O resultado mostra o desafio que a companhia deve enfrentar nos próximos dois anos e alguns analistas não têm certeza se a Peugeot vai sobreviver sem ajuda financeira. </p><p>"Não temos nenhuma intenção de investir fundos adicionais na Peugeot neste momento", disse o presidente da GM, Dan Akerson, nos bastidores de um evento em Xangai. "Se alguma coisa mudar, vamos avaliar."&nbsp;</p>]]></description><pubDate>Wed, 19 Jun 2013 16:13:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-19/gm-descarta-investimentos-adicionais-na-peugeot-por-conta-da-crise-na-europa.html</guid></item><item><title><![CDATA[Chipre nega que esteja renegociando pacote de resgate]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-19/chipre-nega-que-esteja-renegociando-pacote-de-resgate.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Agência Estado</strong></p>Presidente do país, Nicos Anastasiades, escreveu uma carta para os credores internacionais criticando os termos do acordo<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/estado.png" alt="Agência Estado"></p><p>O governo do Chipre negou nesta quarta-feira (19) que esteja tentando renegociar os compromissos do resgate internacional, depois que o presidente do país, Nicos Anastasiades, escreveu uma carta para os credores internacionais criticando os termos do acordo.</p><p class="  "> Enquanto isso, a Comissão Europeia disse que criou um grupo de apoio para o governo cipriota, três meses depois de anunciar o resgate de €&nbsp;10 bilhões.</p><p class="  ">Anastasiades afirmou que o grupo de ministros de Finanças da zona do euro (Eurogrupo) vai discutir amanhã formas de ajudar, mas dentro do memorando de entendimento do pacote de resgate, ou seja, sem uma "renegociação".</p><p class="  "> "Os tópicos que serão discutidos são completamente diferentes (de uma renegociação). Nós queremos enriquecer os esforços de recuperação, com base no memorando", afirmou.</p><p>Mais cedo o porta-voz do governo cipriota, Christos Stylianides, negou que o país esteja buscando uma renegociação do resgate.</p><p> "Para o governo, não há nenhum problema ou questão para renegociar na ajuda" afirmou o porta-voz, negando que a carta de Anastasiades faça qualquer referência a uma renegociação.&nbsp;</p>]]></description><pubDate>Wed, 19 Jun 2013 15:37:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-19/chipre-nega-que-esteja-renegociando-pacote-de-resgate.html</guid></item><item><title><![CDATA[Diferença entre consumo das famílias na zona do euro cresce em 2012]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-19/diferenca-entre-consumo-das-familias-na-zona-do-euro-cresce-em-2012.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Agência Estado</strong></p>Na Grécia, um dos países que enfrentam programa de austeridade, o consumo recuou 84%. Enquanto na Alemanha, o poder de compra subiu para 121%<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/estado.png" alt="Agência Estado"></p><p class="  ">A diferença entre o consumo individual na Alemanha e o dos países da zona do euro que estão implementando programas de austeridade continuou a aumentar no ano passado, de acordo com números da Eurostat, a agência de estatísticas da União Europeia.</p><p>Dentro da zona do euro, as pessoas na Grécia, Portugal e Itália enfrentaram declínios relativos no consumo de bens e sérvios em 2012, enquanto os indivíduos na Alemanha, Áustria e Finlândia viram seu consumo aumentar, mostraram os dados.</p><p><strong>Leia também: <a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-11/crescimento-da-economia-alema-acelera-no-segundo-trimestre.html" href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-11/crescimento-da-economia-alema-acelera-no-segundo-trimestre.html">Crescimento da economia alemã acelera no segundo trimestre</a></strong></p><p>O consumo na Grécia recuou para 84% em 2012 de uma média da União Europeia de 9.291 euros (US$ 12.445), de 91% da média da UE em 2011, com base na medida de Consumo Individual Real (AIC), que fornece uma visão mais precisa do volume de bens e serviços consumidos. Na Itália, o consumo recuou para 97% no passado, de 101% em 2011, enquanto em Portugal, houve um declínio para 77%, de 82%. Em contraste, o consumo das famílias na Alemanha subiu para 121%, de 120%. Na Áustria, ocorreu uma alta para 119%, de 118%, e na Finlândia, o consumo aumentou para 114%, de 112%.</p><p><strong>Mais: <a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-18/vendas-de-carros-na-europa-atingem-menor-nivel-em-20-anos.html" href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-18/vendas-de-carros-na-europa-atingem-menor-nivel-em-20-anos.html">Vendas de carros na Europa atingem menor nível em 20 anos</a></strong></p><p>O aumento da diferença entre o consumo na Alemanha e os países do sul da Europa desde o início da crise financeira de 2008 tem sido acentuada. Em 2007, a AIC da Alemanha foi de 113% da média da UE, enquanto o AIC da Grécia foi de 98%, uma diferença de 15 pontos porcentuais. Essa diferença é agora de 37 pontos porcentuais. Mas a Alemanha também ampliou a diferença na medida em relação à França, a segunda maior economia da zona do euro. Em 2007, a AIC da França ficou em 112% da média da UE, quase o mesmo nível da Alemanha. No ano passado, a diferença foi de 8 pontos porcentuais. Fonte: Dow Jones Newswires.</p>]]></description><pubDate>Wed, 19 Jun 2013 13:17:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-19/diferenca-entre-consumo-das-familias-na-zona-do-euro-cresce-em-2012.html</guid></item><item><title><![CDATA[Economia britânica mostra sinais iniciais de recuperação]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-19/economia-britanica-mostra-sinais-iniciais-de-recuperacao.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Agência Estado</strong></p>Segundo o Banco Central da Inglaterra, houve melhora no mercado imobiliário, crescimento da produção manufatureira e das intenções de investimentos no setor de serviços<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/estado.png" alt="Agência Estado"></p><p class=" ">Há sinais iniciais de que a economia do Reino Unido está finalmente começando se recuperar com a melhora do mercado imobiliário, o crescimento da produção manufatureira e as intenções de investimentos no setor de serviços, de acordo com o relatório Agentes do Banco da Inglaterra (BoE, em inglês).</p><p>A pesquisa destacou que as perspectivas de emprego no setor manufatureiro e no de serviços prestados às empresas se firmaram um pouco. Os contatos do BoE na setor manufatureiro disseram que um período de demissões planejadas foi em grande parte concluído.</p><p><strong>Veja tamém: <a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/2013-06-13/polemica-moda-das-pegadinhas-na-publicidade-sera-debatida-em-cannes.html" href="http://economia.ig.com.br/2013-06-13/polemica-moda-das-pegadinhas-na-publicidade-sera-debatida-em-cannes.html">Polêmica, moda das pegadinhas na publicidade será debatida em Cannes</a></strong></p><p>Os números da pesquisa, compilados em maio, mostraram que as intenções de emprego para o setor de manufatura melhoraram marginalmente com a pontuação subindo para 0,2 em maio, de 0,1 em abril. A pontuação para intenções de emprego para o setor de serviços empresariais aumentou para 0,5, de 0,4, enquanto no setor de serviços ao consumidor, elas subiram para 0,0, de -0,1.</p><p>A pontuação para intenções de investimentos no setor de serviços subiu para 1,0, de 0,7, e no setor de manufatura avançou para 1,0, de 0,9. A pesquisa disse também que as condições de crédito melhoraram, embora em um ritmo muito gradual. Fonte: Market News International.</p>]]></description><pubDate>Wed, 19 Jun 2013 12:06:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-19/economia-britanica-mostra-sinais-iniciais-de-recuperacao.html</guid></item><item><title><![CDATA[Obama diz que EUA e Europa precisam de mais crescimento]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-19/obama-diz-que-eua-e-europa-precisam-de-mais-crescimento.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Agência Estado</strong></p>Presidente norte-americano sugeriu que líderes da zona do euro deveriam buscar outra forma de solucionar a crise para reduzir o alto desemprego no bloco<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/estado.png" alt="Agência Estado"></p><p class="    ">O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, sugeriu que os líderes da zona do euro deveriam modificar a forma da busca por uma solução da crise para reduzir o alto desemprego no bloco. Em entrevista à imprensa concedida após reunião com a chanceler da Alemanha, Angela Merkel, Obama disse que "todos nós temos de realizar reformas estruturais para nos adaptarmos a uma economia nova e inteiramente competitiva".</p><p class=" ">Merkel defendeu a atual abordagem da zona do euro no combate à crise, principalmente via consolidação orçamentária e reformas estruturais. "O mundo está mudando e a Europa não é suficientemente competitiva em todas as áreas", declarou. A chanceler também disse que seu país vai apoiar o acordo de livre-comércio entre os EUA e a União Europeia. Fonte: Market News International.</p>]]></description><pubDate>Wed, 19 Jun 2013 11:41:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-19/obama-diz-que-eua-e-europa-precisam-de-mais-crescimento.html</guid></item><item><title><![CDATA[Resgate do Chipre não deve revisado]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-19/resgate-do-chipre-nao-deve-revisado.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Reuters</strong></p>Após indicação do presidente de que país precisaria de mais dinheiro, autoridades da zona do euro disseram que não há intenção de alterar os termos dos empréstimos<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/reuters.png" alt="Reuters"></p><p class=" ">A zona do euro não pretende mudar os termos do resgate do Chipre, como foi requisitado pelo presidente do país, Nicos Anastasiades, em carta enviada aos líderes do bloco e a seus credores, afirmaram três autoridades da União Europeia, nesta quarta-feira (19).</p><p><strong>Saiba mais: <a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-18/chipre-quer-renegociar-termos-do-resgate-internacional.html" href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-18/chipre-quer-renegociar-termos-do-resgate-internacional.html">Chipre quer renegociar termos do resgate internacional</a></strong></p><p class=" ">O Chipre recebeu € 10 bilhões em empréstimos emergenciais do fundo de resgate da zona do euro em abril para evitar a falência. O acordo envolveu o fechamento do segundo maior banco da ilha, o Laiki, e uma reestruturação fundamental do Banco do Chipre.</p><p class=" ">Na carta, Anastasiades não pediu explicitamente por mais dinheiro, mas indicou que a economia cipriota pode não conseguir lidar com os termos do pacote, a não ser que eles sejam alterados: "O grande fardo colocado sobre o Chipre pela reestruturação da dívida grega não foi levado em consideração quando foi a vez do Chipre procurar auxílio".</p><p>No entanto, as autoridades disseram que não há intenção de alterar os termos dos empréstimos firmados com o Chipre ou de fornecer mais recursos. Elas sugeriram que Anastasiades está ciente de que nenhuma revisão é provável. Questionada se os termos do resgate poderiam ser alterados, uma delas afirmou: "Não, não até onde posso ver."</p><p class="  ">Ministros das Finanças da zona do euro discutirão a carta em reunião, em Luxemburgo, na quinta-feira (20). "Não há chances de revisarmos os termos do resgate, mas discutiremos isso na quinta-feira", reiterou outra autoridade.</p><p class="  ">Uma terceira fonte confirmou que nenhuma mudança é possível no curto prazo, mas, segundo ela, poderia haver "potencialmente" ajustes no médio prazo, como foi o caso da Grécia. Entretanto, isso também depende de líderes da zona do euro, que se reunirão entre os dias 27 e 28 de junho.</p>]]></description><pubDate>Wed, 19 Jun 2013 10:46:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-19/resgate-do-chipre-nao-deve-revisado.html</guid></item><item><title><![CDATA[Banco central dos EUA deve manter opções em aberto sobre compra de títulos]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-19/banco-central-dos-eua-deve-manter-opcoes-em-aberto-sobre-compra-de-titulos.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Reuters</strong></p>O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) anunciará sua decisão às 15h (horário de Brasília). O chairman do Fed, Ben Bernanke, dará entrevista à imprensa 30 minutos depois<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/reuters.png" alt="Reuters"></p><p id="selo-agencia">Autoridades do Federal Reserve, banco central norte-americano, devem anunciar nesta quarta-feira que irão manter o ritmo de US$ 85 bilhões em compras mensais de títulos, ao mesmo tempo em que mantêm em aberto suas opções para reduzir o programa neste ano se o mercado de trabalho do país continuar melhorando.</p><p class=" ">Dados econômicos do país foram estáveis desde que as 19 autoridades da entidade se reuniram em maio. O crescimento do emprego foi estável e os consumidores continuaram gastando apesar das altas de tributos e dos cortes de gastos do governo. Mas a inflação desacelerou para ainda mais abaixo da meta de 2% do Fed.</p><p class=" ">O Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) anunciará sua decisão às 15h (horário de Brasília). O chairman do Fed, Ben Bernanke, dará entrevista à imprensa 30 minutos depois.</p><p>"Se o cenário melhorar como o Fed espera, então ele pode continuar abrindo caminho para uma redução das compras nas reuniões futuras do Fomc", disse o economista do Barclays Michael Gapen.</p><p>"Entretanto, se os dados evoluírem mais em linha com nossa estimativa, então vemos o Fed evitando uma redução até o primeiro trimestre de 2014", escreveu ele em nota a clientes. O Barclays espera atualmente um crescimento mais fraco do Produto Interno Bruto (PIB) em 2013 do que o Fed.</p><p>Bernanke deverá tomar cuidado para criar uma linha clara entre a possibilidade de um ritmo mais lento de compras de títulos, o que ainda daria estímulo à economia, e um aperto real da política monetária que acabaria com ele.</p><p>O banco central dos EUA tem mantido as taxas de juros overnight perto de zero desde dezembro de 2008, ao mesmo tempo em que mais do que triplicou seu balanço patrimonial para cerca de US$ 3,3 trilhões com sua compra de títulos.</p><p>Economistas esperam que as taxas fiquem inalteradas até 2015, mas a postura sobre a data de uma retirada mudou nos mercados financeiros desde que Bernanke alimentou especulações no mês passado de que o Fed poderia em breve reduzir suas compras de ativos.</p><p class="  ">O chairman também deve ser questionado sobre seus planos futuros após o presidente Barack Obama ter indicado em entrevista na segunda-feira que Bernanke está pronto para deixar o cargo quando seu mandato acabar em 31 de janeiro de 2014.</p><p>Qualquer mudança em como as autoridades descrevem a inflação pode sinalizar um desejo de reduzir as expectativas de redução de compras. As declarações de Bernanke em 22 de maio de que o Fed pode começar a reduzir as compras em uma de suas próximas reuniões afetou os mercados financeiros e elevou com força os rendimentos dos títulos.</p><p>O índice de preços ao consumidor avançou 1,4% em maio ante o ano anterior. Mas o índice de preços PCE, medida preferida do Fed para a inflação, avançou apenas 0,7% nos 12 meses até abril, a leitura mais recente, menos da metade da meta do Fed.</p><p>O Fed também divulgará um sumário trimestral de projeções econômicas, incluindo estimativas de crescimento, inflação e desemprego, mais dados sobre quando cada um acha que o Fed deveria começar a elevar os juros.</p><p>O Fed diz que não elevará os juros até que o desemprego atinja 6,5% ou menos, desde que o cenário para a inflação permaneça abaixo de 2,5%. A taxa de desemprego dos EUA em maio foi de 7,6%.</p>]]></description><pubDate>Wed, 19 Jun 2013 09:30:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-19/banco-central-dos-eua-deve-manter-opcoes-em-aberto-sobre-compra-de-titulos.html</guid></item><item><title><![CDATA[Chipre quer renegociar termos do resgate internacional]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-18/chipre-quer-renegociar-termos-do-resgate-internacional.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Agência Estado</strong></p>Em carta, presidente do país argumenta que as duras medidas de austeridade causaram mais danos do que o esperado nos dois principais bancos cipriotas<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/estado.png" alt="Agência Estado"></p><p class=" ">O presidente do Chipre, Nicos Anastasiades, quer renegociar os termos do pacote de resgate destinado ao país, segundo divulgou nesta terça-feira (18) o jornal britânico Financial Times, que teve acesso a uma carta escrita por ele. Anastasiades argumenta que o país provavelmente não vai conseguir cumprir os termos do resgate e que as duras medidas de austeridade causaram mais danos do que o esperado nos dois principais bancos do país.</p><p><strong>Veja também: <a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-11/ex-presidente-do-eurogrupo-admite-erros-no-resgate-a-grecia.html" href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-11/ex-presidente-do-eurogrupo-admite-erros-no-resgate-a-grecia.html">Ex-presidente do Eurogrupo admite erros no resgate à Grécia</a></strong></p><p>Na carta, que teria sido enviada na semana passada para líderes da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI), o presidente cipriota diz que os termos do resgate resultaram em uma "profunda recessão" e pediu uma revisão "das possibilidades, para estabelecer um prospecto viável para o Chipre". Anastasiades pede ainda que a reestruturação e fusão parcial dos dois maiores bancos do país seja desfeita.</p><p>Uma alta autoridade da zona do euro disse ao FT que o pedido do Chipre não deve ser visto de maneira favorável, mas pode ser discutido durante um encontro na quinta-feira. Fonte: Dow Jones Newswires.</p>]]></description><pubDate>Tue, 18 Jun 2013 15:50:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-18/chipre-quer-renegociar-termos-do-resgate-internacional.html</guid></item><item><title><![CDATA[Vendas de carros na Europa atingem menor nível em 20 anos]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-18/vendas-de-carros-na-europa-atingem-menor-nivel-em-20-anos.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Reuters</strong></p>Entre as montadoras, a francesa Peugeot foi quem apresentou os piores resultados em maio, com queda de 13,2% nas vendas. A empresa foi seguida pela GM, com recuo de 11,3%<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/reuters.png" alt="Reuters"></p><p id="selo-agencia">As vendas de automóveis na Europa em maio caíram para o nível mais baixo em duas décadas, corroendo as esperanças de montadoras de veículos sobre uma recuperação do mercado neste ano.</p><p>Somando quase metade das vendas da região, Alemanha, França e Itália reportaram quedas que se aproximaram ou chegaram a dois dígitos.</p><p class=" ">Os emplacamentos nas 27 nações da União Europeia tiveram queda de 5,9% sobre um ano antes, para 1,04 milhão de carros. Este foi o menor nível desde maio de 1993, quando as vendas caíram para abaixo do patamar de 1 milhão de unidades, afirmou a Associação de Montadoras Europeias, nesta terça-feira.</p><p>Em abril, a venda de carros novos havia subido pela primeira vez em 19 meses na região, apesar de ajudada por resultados excepcionais ligados ao feriado da Páscoa.</p><p class=" ">Depois de sofrer a maior baixa em 17 anos no acumulado de 2012, a demanda europeia deve se contrair ainda mais este ano, fazendo as montadoras de grande volume de veículos sofrerem com o excesso de capacidade, de um lado, e com o corte nos preços, de outro.</p><p class=" ">De janeiro a maio, as vendas na União Europeia recuaram 6,8%, para 5,07 milhões de veículos. O mercado alemão, que resistiu por muito tempo à crise do ano passado, caiu 8,8 por cento até agora. As vendas na França e na Itália, que diminuíram 11,9% e 11,3%, respectivamente, foram afetadas pelo desemprego e por medidas de austeridade que frearam o consumo.</p><p>A Grã-Bretanha, por outro lado, permanece com resultados positivos. O segundo maior mercado de veículos da Europa reportou crescimento de 11% em maio.</p><p>Entre as montadoras, a francesa Peugeot foi quem apresentou os piores resultados no mês, com queda de 13,2% nas vendas. A empresa foi seguida pela GM, com recuo de 11,3%. A Volkswagen, maior montadora da Europa, teve queda de apenas 2,8% em maio.</p>]]></description><pubDate>Tue, 18 Jun 2013 12:04:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-18/vendas-de-carros-na-europa-atingem-menor-nivel-em-20-anos.html</guid></item><item><title><![CDATA[G8 diz priorizar crescimento e emprego]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-18/g8-diz-priorizar-crescimento-e-emprego.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Agência Estado</strong></p>Em comunicado, líderes do grupo concordam em estimular a recuperação global dando apoio à demanda, resguardando as finanças públicas e explorando fontes de crescimento<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/estado.png" alt="Agência Estado"></p><p>Os líderes do G8 têm como prioridade a promoção do crescimento e do emprego e esperam que os bancos centrais continuem sustentando a recuperação econômica, segundo comunicado, divulgado nesta terça-feira (18), da reunião de cúpula de dois dias realizada na Irlanda do Norte.</p><p class=" ">No documento, as autoridades dos oito países que formam o grupo - EUA, Reino Unido, Japão, Alemanha, Canadá, França, Itália e Rússia - disseram que "concordaram em estimular a recuperação global dando apoio à demanda, resguardando as finanças públicas e explorando todas as fontes de crescimento."</p><p class=" ">Embora tenham concluído que a perspectiva de crescimento global continua fraca, os líderes disseram que os riscos de baixa diminuíram, "graças em parte a significativas ações de política adotadas nos EUA, zona do euro e Japão, e à maior resistência de grandes economias em desenvolvimento e emergentes".</p><p><strong>Leia mais:&nbsp;</strong><a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-17/lideres-do-g8-se-reunem-para-discutir-estimulos-a-economia-e-ao-comercio.html" href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-17/lideres-do-g8-se-reunem-para-discutir-estimulos-a-economia-e-ao-comercio.html">Líderes do G8 se reúnem para discutir estímulos a economia e ao comércio</a></p><p>As autoridades também citaram os "ganhos pronunciados" dos mercados financeiros, mas lamentaram que "esse otimismo ainda precise se traduzir totalmente em melhorias mais amplas na atividade econômica e emprego". "Na verdade, a perspectiva de crescimento em algumas regiões se enfraqueceu desde a cúpula de Camp David", diz o comunicado. </p><p>Sobre a zona do euro, o G8 afirma que diminuíram os risco de baixa na região ao longo do último ano, embora a recessão local continue. </p><p>Em relação ao Japão, o comunicado diz que o crescimento do país vai ser "sustentado pelos estímulos fiscais de curto prazo, pela ousada política monetária e pela estratégica recém-anunciada para promover o investimento privado". Para o G8, no entanto, o Japão tem o desafio de definir um plano fiscal confiável para o médio prazo. </p><p>Os líderes também abordaram questões de política monetária, dizendo que "alguns de nossos bancos centrais continuaram a utilizar uma política monetária altamente acomodatícia para sustentar suas economias domésticas, inclusive por meios não convencionais, como o relaxamento quantitativo".</p><p><strong>Veja ainda:&nbsp;<a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/2013-06-11/protesto-contra-reuniao-do-g8-acaba-em-violencia-no-centro-de-londres.html" href="http://economia.ig.com.br/2013-06-11/protesto-contra-reuniao-do-g8-acaba-em-violencia-no-centro-de-londres.html">Protesto contra reunião do G8 acaba em violência no centro de Londres</a></strong></p><p>"A política monetária deve continuar sustentando a recuperação e ser direcionada para a estabilidade dos preços domésticos, segundo os respectivos mandatos dos bancos centrais", defende o comunicado. Fonte: Market News International.</p>]]></description><pubDate>Tue, 18 Jun 2013 11:55:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-18/g8-diz-priorizar-crescimento-e-emprego.html</guid></item><item><title><![CDATA[Taxas de juros estão ficando mais eficazes novamente, diz Draghi]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-18/taxas-de-juros-estao-ficando-mais-eficazes-novamente-diz-draghi.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Reuters</strong></p>Presidente do Banco Central Europeu afirma que a entidade está conseguindo recuperar um controle melhor das condições monetárias na economia da zona do euro<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/reuters.png" alt="Reuters"></p><p class="  ">O Banco Central Europeu (BCE) está "pronto para agir" se for preciso ajudar a economia da zona do euro e sinais recentes da estabilização do mercado significam que as suas taxas de juros estão se tornando uma ferramenta mais efetiva novamente, afirmou Draghi, durante conferência de despedida para o presidente do banco central de Israel, Stanley Fischer, em Jerusalém.</p><p><strong>Leia mais: <a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-10/banco-central-europeu-ira-manter-taxas-de-juros-baixas-para-evitar-nova-crise.html" href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-10/banco-central-europeu-ira-manter-taxas-de-juros-baixas-para-evitar-nova-crise.html">Banco Central Europeu irá manter taxas de juros baixas para evitar nova crise</a></strong></p><p class=" ">Draghi disse que há várias medidas que o BCE pode aplicar se necessário. Segundo ele, o efeito calmante do programa de compra de títulos governamentais pelo BCE sobre os mercados, assim como reformas econômicas, aliviaram situações de emergência que prejudicaram sua habilidade de influenciar custos de empréstimos para empresas e famílias.</p><p>"Nós temos conseguido recuperar um controle melhor das condições monetárias na economia da zona do euro, o que é muito importante para dar o impulso apropriado de política monetária à economia", disse o presidente em discurso.</p><p>O BCE deixou a taxa de juros na mínima recorde de 0,5% em sua reunião de junho, mas informou que discutiu uma série de opções que pode aplicar caso a economia precise de mais estímulo. Para Draghi, a economia da zona do euro ainda está em fase de ajuste. Dados recentes de pesquisas sugeriram alguma melhora, mas partindo de níveis baixos.</p><p><strong>Veja também: <a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-13/presidente-do-banco-central-europeu-defende-programa-de-compra-de-titulos.html" href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-13/presidente-do-banco-central-europeu-defende-programa-de-compra-de-titulos.html">Presidente do banco central europeu defende programa de compra de títulos</a></strong></p><p>"No período à frente, nós vamos monitorar muito atentamente todas as informações sobre o desenvolvimento econômico e monetário e ficar prontos para agir se necessário". </p><p>O presidente afirmou que o BCE mantém a mente aberta sobre a questão das taxas de depósito negativas, mesmo que essa ação possa ter consequências involuntárias. "Outra medida que nós examinamos com a mente aberta foi considerar a possibilidade de ter uma taxa negativa de depósito", reiterou.</p><p> "Nós vamos continuar pensando sobre todas essas medidas e nós estamos prontos para adotá-las com todas as consequências involuntárias que elas possam ter."</p>]]></description><pubDate>Tue, 18 Jun 2013 11:13:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-18/taxas-de-juros-estao-ficando-mais-eficazes-novamente-diz-draghi.html</guid></item><item><title><![CDATA[Justiça grega anula decisão do governo de fechar rádio e TV públicas]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-17/justica-grega-anula-decisao-do-governo-de-fechar-radio-e-tv-publicas.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Agência Brasil</strong></p>Tribunal determinou que a ERT permaneça aberta até que se crie uma nova televisão pública<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/brasil.png" alt="Agência Brasil"></p><p>O Conselho de Estado (Tribunal Supremo Administrativo) da Grécia anulou nesta segunda-feira (17) a decisão do governo de fechar a ERT, a estação pública de rádio e televisão, ordenando o restabelecimento imediato do sinal para que sejam retomadas as emissões.</p><p> Em medida cautelar decretada à tarde, o tribunal determinou que a ERT permaneça aberta até que se crie uma nova televisão pública.</p><p><strong>-Veja também:</strong> <a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-11/grecia-fecha-tv-estatal-para-economizar-e-deixa-populacao-em-choque.html" href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-11/grecia-fecha-tv-estatal-para-economizar-e-deixa-populacao-em-choque.html">Grécia fecha TV estatal para economizar e deixa população em choque</a></p><p class=" ">A decisão ocorreu enquanto os parceiros da coligação tripartite do Executivo se reuniam em busca de uma saída para a crise desencadeada no país após o encerramento da ERT, decretado unilateralmente pelo primeiro-ministro Antonis Samaras. </p><p class=" ">Na reunião, Samaras tinha voltado a propor aos parceiros de coligação a reabertura “transitória” da radiotelevisão pública sob a supervisão de uma comissão tripartite.</p><p class=" ">Uma comissão com representantes dos três partidos da coligação do primeiro-minstro seria encarregada de “recrutar o número de jornalistas responsáveis pelo funcionamento da nova radiotelevisão pública” até a votação de um novo projeto de lei sobre a nova estação estatal projetada pelo governo.</p><p>Evangelos Venizelos, dirigente do Partido Socialista Pan-Helénico (Pasok), parceiro do Executivo, e Fotis Kouvelis, do pequeno partido Esquerda Democrática (Dimar), que também apoia o governo, participaram da reunião.</p><p>Os aliados de Samaras alertaram-no sobre a possível desagregação da coligação, formada há um ano, caso se mantivesse a decisão de fechar a rede pública, o que implicaria a demissão de seus 2.700 trabalhadores. O anúncio do encerramento da ERT provocou fortes reações na Grécia e no exterior.</p><p>Apesar de defenderem a “reestruturação” deste amplo organismo estatal, Venizelos e Kouvelis insistiram na reabertura da ERT e na posterior elaboração de um plano para a sua reestruturação.</p>]]></description><pubDate>Mon, 17 Jun 2013 19:31:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-17/justica-grega-anula-decisao-do-governo-de-fechar-radio-e-tv-publicas.html</guid></item><item><title><![CDATA[Confiança das construtoras dos EUA cresce ao maior nível em sete anos]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-17/confianca-das-construtoras-dos-eua-cresce-ao-maior-nivel-em-sete-anos.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Reuters</strong></p>Resultado indica um voto de confiança para a recuperação do setor de construção civil<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/reuters.png" alt="Reuters"></p><p>A confiança entre as construtoras dos Estados Unidos cresceu em junho, elevando-se acima de um marco importante pela primeira vez desde o início da crise imobiliária há sete anos, indicando um voto de confiança para a recuperação do setor.</p><p>Ao mesmo tempo, um outro relatório divulgado nesta segunda-feira (17) mostrou que o crescimento de produção no Estado de Nova York se recuperou.</p><p>O indicador da Associação Nacional de Construtores/Wells Fargo subiu para 52 em junho, ante 44 em maio, superando com folga as previsões para 45. Foi a maior alta em um mês desde 2002.</p><p class=" ">Leituras acima de 50 significam mais construtores vendo condições de mercado mais favoráveis. Foi a primeira vez que o índice foi superior a essa linha divisória desde abril de 2006 e seu maior nível desde março do mesmo ano.</p><p class="  ">A confiança entre construtoras vem crescendo no último ano e meio, acompanhando a recuperação no setor imobiliário. O índice está 23 pontos maior do que junho do ano passado.</p><p>O aumento dos preços, os estoques mais apertados e as melhores vendas têm ajudado o mercado imobiliário a voltar a crescer.</p><p>As baixas taxas de hipoteca também contribuem ao atrair consumidores graças ao programa de compra de títulos do Federal Reserve, banco central americano. Um recente aumento nas taxas, no entanto, tem levantado preocupações sobre dificuldades para a recuperação do setor imobiliário, apesar de hipotecas ainda permanecerem baratas para os padrões históricos.</p><p>"Parece que o otimismo dos construtores se recuperou, mesmo com as taxas de hipoteca mais elevadas, o que pesa sobre a demanda", disse o economista sênior da Wells Fargo Securities, Sam Bullard. "A demanda reprimida está lá."</p><p>O otimismo das construtoras está ainda maior para os próximos meses. O indicador sobre expectativas de vendas para uma única família para os próximos seis meses acelerou para 61, ante 52.</p><p>Separadamente, o índice de condições empresariais gerais "Empire State" do Fed de Nova York subiu para 7,84 em junho, ante -1,43 em maio, superando as expectativas de zero em pesquisa da Reuters. Leitura acima de zero indica expansão.</p><p>Mas outros dados do relatório se deterioraram, incluindo indicadores de novas encomendas e do emprego, que caíram para o menor nível em cinco meses.</p><p>"O sentimento pode estar melhorando, mas a produção real não está", disse a economista sênior do Bank of America Merrill Lynch, Michelle Meyer. "Este relatório sugere que a atividade industrial está morosa."</p><p>Enquanto a recuperação de habitação vem ganhando força, a atividade manufatureira abrandou devido ao aperto do cinto em Washington e à redução da demanda externa.</p>]]></description><pubDate>Mon, 17 Jun 2013 13:49:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-17/confianca-das-construtoras-dos-eua-cresce-ao-maior-nivel-em-sete-anos.html</guid></item><item><title><![CDATA[Líderes do G8 se reúnem para discutir estímulos a economia e ao comércio]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-17/lideres-do-g8-se-reunem-para-discutir-estimulos-a-economia-e-ao-comercio.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Agência Brasil</strong></p>Conflito na Síria e anúncio do acordo de livre comércio entre a União Europeia e os Estados Unidos também estão entre os destaques da Cúpula<p>Os líderes políticos do G8, o grupo de países mais industrializados e desenvolvidos do mundo (Estados Unidos, Japão, Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Canadá e Rússia), estão reunidos na Irlanda do Norte. O objetivo é discutir medidas de combate à evasão fiscal, de incentivo ao comércio mundial e o conflito na Síria, que dura mais de dois anos. Um dos destaques da reunião é o anúncio do acordo de livre comércio entre a União Europeia e os Estados Unidos.</p><p class=" ">A presidência temporária do grupo é do primeiro-ministro britânico, David Cameron. Participam das discussões os presidentes Barack Obama (Estados Unidos), Vladimir Putin (Rússia) e François Hollande (França), além da chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e dos primeiros-ministros da Itália, Enrico Letta, do Canadá, Stephen Harper, e do Japão, Shinzo Abe.</p><p>Segundo Cameron, é fundamental discutir o comércio mundial e a transparência fiscal. Um dos destaques das discussões deve ser o acordo de comércio livre entre a União Europeia e os Estados Unidos. No dia 14, os ministros europeus chegaram a um consenso sobre a cláusula que se refere à "exceção cultural", defendida pela França. Na prática, o acordo com os Estados Unidos deve deixar de fora o setor audiovisual.</p><p>Em crise há 26 meses, a situação na Síria deve ocupar parte das discussões. Os debares ocorrem no momento em que os Estados Unidos anunciaram dispor de provas sobre a utilização de armas químicas por integrantes do governo do presidente sírio, Bashar Al Assad.</p><p><strong>Veja também: <a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/2013-06-11/protesto-contra-reuniao-do-g8-acaba-em-violencia-no-centro-de-londres.html" href="http://economia.ig.com.br/2013-06-11/protesto-contra-reuniao-do-g8-acaba-em-violencia-no-centro-de-londres.html">Protesto contra reunião do G8 acaba em violência no centro de Londres</a></strong></p><p>A Cúpula do G8 termina amanhã (18) e envolve forte esquema de segurança na Irlanda do Norte. O Reino Unido enviou 8 mil agentes policiais. Em Belfast, a 130 quilômetros do local onde ocorrem as discussões, foram convocadas manifestações anticapitalismo. A polícia também está em alerta para a possibilidade de atuação de grupos extremistas republicanos contrários ao processo de paz na Irlanda do Norte.</p><p><em>*Com informações da agência pública de notícias de Portugal, Lusa</em></p>]]></description><pubDate>Mon, 17 Jun 2013 10:03:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-17/lideres-do-g8-se-reunem-para-discutir-estimulos-a-economia-e-ao-comercio.html</guid></item><item><title><![CDATA[Zona do euro tem superávit comercial de  € 14,9 bilhões em abril]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-17/zona-do-euro-tem-superavit-comercial-de---149-bilhoes-em-abril.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Agência Estado</strong></p>Em março de 2013, o superávit comercial da região havia sido de € 22,5 bilhões<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/estado.png" alt="Agência Estado"></p><p class=" ">A zona do euro registrou um superávit comercial de € 14,9 bilhões (US$ 19,9 bilhões) em abril, ante um superávit de € 3,3 bilhões no mesmo mês de 2012, segundo dados preliminares da agência de estatísticas da União Europeia, a Eurostat. </p><p>Em março de 2013, o superávit comercial havia sido de € 22,5 bilhões.</p><p><strong>Veja também: <a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-12/producao-industrial-da-zona-do-euro-sobe-04-em-abril.html" href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-12/producao-industrial-da-zona-do-euro-sobe-04-em-abril.html">Produção industrial da zona do euro sobe 0,4% em abril</a></strong></p><p>Na comparação mensal, as exportações de abril caíram 0,8% e as importações avançaram  0,5%. Já ante o mesmo mês de 2012, as exportações tiveram alta de 9,0% e as importações subiram 1,0%. Fonte: Dow Jones Newswires e Market News International.</p>]]></description><pubDate>Mon, 17 Jun 2013 08:10:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-17/zona-do-euro-tem-superavit-comercial-de---149-bilhoes-em-abril.html</guid></item><item><title><![CDATA[Europa busca caminhos para amenizar desemprego recorde entre jovens]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-14/europa-busca-caminhos-para-amenizar-desemprego-recorde-entre-jovens.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">AP</strong></p>Na Itália, cerca de 40% da população entre 15 e 24 anos está sem trabalho<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/ap.png" alt="AP"></p><p class="   ">Ministros da Economia e do Trabalho da França, Alemanha, Itália e Espanha estão reunidos em Roma para encontrar uma forma de reduzir o desemprego recorde entre os jovens.</p><p class="   ">O premiê italiano, Enrico Letta, fez do assunto um dos gritos de guerra de sua nova administração. Cerca de 40% dos italianos entre 15 e 24 anos, à procura de trabalho, estão desempregados.</p><p class="   ">Uma pesquisa recente também mostra que 60% dos estudantes do país estão considerando viajar para o exterior para trabalhar.</p><p><strong>Saiba mais: <a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-14/emprego-na-zona-do-euro-cai-para-menor-nivel-em-7-anos.html" href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-14/emprego-na-zona-do-euro-cai-para-menor-nivel-em-7-anos.html">Emprego na zona do euro cai para menor nível em 7 anos</a></strong></p><p class=" ">Empresas estão encorajando os governos a diminuir impostos da folha de pagamento para criar empregos. Patrizio Bertelli, CEO da Prada, afirmou que "algumas empresas não têm empregos suficientes para contratar pessoas jovens" devido ao declínio da demanda doméstica.&nbsp;</p>]]></description><pubDate>Fri, 14 Jun 2013 13:04:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-14/europa-busca-caminhos-para-amenizar-desemprego-recorde-entre-jovens.html</guid></item><item><title><![CDATA[Produção industrial dos EUA fica inalterada em maio]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-14/producao-industrial-dos-eua-fica-inalterada-em-maio.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Reuters</strong></p>Ganhos nos setores manufatureiro e de mineração foram compensados por forte queda na atividade de serviços públicos<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/reuters.png" alt="Reuters"></p><p class=" ">A produção industrial nos Estados Unidos ficou inalterada em maio, informou o banco central do país nesta sexta-feira (14), em comparação com estimativas de leve aumento, depois que os ganhos nos setores manufatureiro e de mineração foram compensados por forte queda na atividade de serviços públicos.</p><p class=" ">Analistas esperavam aumento de 0,2% na produção industrial de maio, após queda de 0,4% no mês anterior, segundo dados revisados. A produção fabril subiu 0,1%, confirmando as expectativas, enquanto o setor de mineração avançou 0,7%. Mas a atividade de serviços públicos caiu em 1,8%.</p><p class=" ">A utilização da capacidade industrial caiu para 77,6% ante 77,7% em abril, taxa que permanece 2,6 pontos percentuais abaixo da média de longo prazo. Analistas esperavam que a utilização da capacidade atingisse 77,9%.</p><p class=" "><strong>Veja também: <a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-13/pedidos-de-auxilio-desemprego-nos-eua-caem-mais-que-o-esperado.html" href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-13/pedidos-de-auxilio-desemprego-nos-eua-caem-mais-que-o-esperado.html">Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem mais que o esperado</a></strong></p><p class=" "><strong>Preços ao produtor</strong><br></p><p>Os preços ao produtor dos Estados Unidos subiram mais que o esperado em maio, à medida que os preços da gasolina se recuperaram, mas as pressões inflacionárias permaneceram fracas, o que pode ser um argumento contra uma redução antecipada do estímulo monetário do Federal Reserve, banco central do país.</p><p class="  ">O Departamento do Trabalho informou que o índice de preços ao produtor ajustado sazonalmente aumentou 0,5 por cento no mês passado, também com os preços de alimentos se recuperando. Os preços ao produtor haviam recuado 0,7 por cento em abril.</p><p><strong>Mais:<a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-13/vendas-no-varejo-dos-eua-crescem-06.html" href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-13/vendas-no-varejo-dos-eua-crescem-06.html"> Vendas no varejo dos EUA crescem 0,6%</a></strong></p><p>Apesar da aceleração, as pressões de preços permanecem fracas, e a demanda doméstica modesta dificulta que os produtores repassem os custos maiores aos consumidores.</p>]]></description><pubDate>Fri, 14 Jun 2013 10:57:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-14/producao-industrial-dos-eua-fica-inalterada-em-maio.html</guid></item><item><title><![CDATA[Dívida pública espanhola atinge máxima histórica de 88,2% do PIB]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-14/divida-publica-espanhola-atinge-maxima-historica-de-882-do-pib.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Agência Estado</strong></p>Dívida voltou a subir no primeiro trimestre do ano e superou 922,8 bilhões de euros<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/estado.png" alt="Agência Estado"></p><p class=" ">A dívida pública da Espanha voltou a subir no primeiro trimestre deste ano e superou € 922,8 bilhões, equivalente a 88,2% do Produto Interno Bruto (PIB), uma nova máxima histórica, segundo a edição online do jornal El País desta sexta-feira (14). No final de março, a relação dívida/PIB estava quatro pontos acima do nível verificado no fim de 2012.</p><p><strong>Veja também: <a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-14/emprego-na-zona-do-euro-cai-para-menor-nivel-em-7-anos.html" href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-14/emprego-na-zona-do-euro-cai-para-menor-nivel-em-7-anos.html">Emprego na zona do euro cai para menor nível em 7 anos</a></strong></p><p>Isso significa que, apenas no primeiro trimestre, a relação dívida/PIB avançou mais da metade do aumento de 7,2 pontos porcentuais previsto pelo governo para todo o ano de 2013, informou o jornal espanhol. A expectativa de Madri é que a dívida esteja em 91,4% do PIB no final do ano.</p>]]></description><pubDate>Fri, 14 Jun 2013 10:26:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-14/divida-publica-espanhola-atinge-maxima-historica-de-882-do-pib.html</guid></item><item><title><![CDATA[Inflação da zona do euro acelera e deixa mínima de 3 anos]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-14/inflacao-da-zona-do-euro-acelera-e-deixa-minima-de-3-anos.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Reuters</strong></p>A inflação na zona do euro caiu de forma marcante nos últimos meses e está bem abaixo da meta do Banco Cenral Europeu (BCE) de perto mas abaixo de 2%<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/reuters.png" alt="Reuters"></p><p id="selo-agencia" class=" ">Os preços de eletricidade, frutas e vegetais impulsionaram a inflação da zona do euro em maio, deixando a mínima de três meses.</p><p class=" ">A zona do euro deve apresentar alguma recuperação econômica mais tarde neste ano, mas há riscos ao crescimento uma vez que os governos continuam com uma dolorosa consolidação fiscal e as empresas encontram dificuldades de acesso a crédito em bancos.</p><p><strong>Veja também: <a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-12/producao-industrial-da-zona-do-euro-sobe-04-em-abril.html" href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-12/producao-industrial-da-zona-do-euro-sobe-04-em-abril.html">Produção industrial da zona do euro sobe 0,4% em abril</a></strong></p><p class=" ">Os preços ao consumidor subiram 0,1% em maio na comparação com o mês anterior, informou a agência de estatísticas Eurostat, o que coloca a inflação na base anual em uma taxa e 1,4%, ante 1,2% em abril.</p><p>A inflação na maior economia da zona do euro, Alemanha, saltou para 1,6% no ano em maio ante 1,1% em abril, enquanto a França registrou apenas um leve aumento e a inflação na Itália se manteve em 1,3%.</p><p><strong>Veja também: <a data-mce-href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-12/ataques-ciberneticos-sao-as-maiores-amecas-para-bancos-na-inglaterra.html" href="http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-12/ataques-ciberneticos-sao-as-maiores-amecas-para-bancos-na-inglaterra.html">Bancos britânicos temem mais ataques cibernéticos que crise do euro</a></strong></p><p>A inflação na zona do euro caiu de forma marcante nos últimos meses e está bem abaixo da meta do Banco Cenral Europeu (BCE) de perto mas abaixo de 2%. O banco disse em junho que vê os riscos à inflação como amplamente equilibrados.</p><p>O BCE deixou a taxa de juros inalterada em maio, reduziu ligeiramente sua perspectiva de crescimento e discutiu uma série de outras opções de política que poderia adotar se a economia da zona do euro não sair da recessão neste ano.</p><p>Os problemas da zona do euro ficaram claramente visíveis na queda de 0,5% do emprego nos três primeiros do ano, mostraram dados da Eurostat, refletindo o fato de a taxa de desemprego ter chegado a uma nova máxima em abril, com 19,4 milhões de pessoas sem trabalho.</p>]]></description><pubDate>Fri, 14 Jun 2013 08:17:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-14/inflacao-da-zona-do-euro-acelera-e-deixa-minima-de-3-anos.html</guid></item><item><title><![CDATA[Emprego na zona do euro cai para menor nível em 7 anos]]></title><link>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-14/emprego-na-zona-do-euro-cai-para-menor-nivel-em-7-anos.html</link><description><![CDATA[<p><strong  itemprop="name">Agência Estado</strong></p>Os piores resultados referem-se a Grécia, onde o número de pessoas empregadas caiu 2,3% na comparação trimestral, e a Portugal, onde recuou 2,2%<p id="selo-agencia"><img src="http://i0.statig.com.br/selos-agencias/estado.png" alt="Agência Estado"></p><p class=" ">Uma queda acentuada no número de pessoas contratadas na zona do euro no primeiro trimestre levou o emprego da região para seu nível mais baixo em mais de sete anos, mostraram dados oficiais nesta sexta-feira.</p><p class="   ">A Eurostat, agência de estatísticas da União Europeia, disse que o número de pessoas empregadas nos 17 países que usam o euro caiu 0,5% no primeiro trimestre em comparação com os últimos três meses de 2012, a maior queda trimestral desde o segundo trimestre de 2009.</p><p class=" ">A queda deixou, no total, 145,1 milhões de pessoas empregadas, o nível mais baixo desde o quarto trimestre de 2005.</p><p class=" ">Os piores resultados referem-se a Grécia, onde o número de pessoas empregadas caiu 2,3% na comparação trimestral, e a Portugal, onde recuou 2,2%. Espanha, Chipre e Itália, todos viram quedas de mais de 1%. Por outro lado, as economias mais resistentes com fardos de dívida menos significativos, como a Alemanha e a Áustria, continuaram a registrar um crescimento no emprego. Fonte: Dow Jones Newswires.</p>]]></description><pubDate>Fri, 14 Jun 2013 08:07:48 -0300</pubDate><guid>http://economia.ig.com.br/criseeconomica/2013-06-14/emprego-na-zona-do-euro-cai-para-menor-nivel-em-7-anos.html</guid></item></channel></rss> 