Líderes gregos fracassaram nesta quinta-feira em concordar com medidas de reforma e austeridade, o preço de um resgate para evitar um calote desordenado, forçando o ministro das Finanças, Evangelos Venizelos, a ir até os apoiadores financeiros do país com um acordo incompleto.
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Parceiros gregos da União Europeia (UE) e do Fundo Monetário Internacional (FMI) estão cada vez mais irritados com a ausência de um acordo sobre as medidas que exigem em troca de um resgate de 130 bilhões de euros (US$ 172 bilhões), e o tempo está acabando para o país antes de um grande vencimento de dívida em 20 de março.
Autoridades da zona do euro dizem que o pacote integral precisa ser acertado com a Grécia e aprovado pela UE, Banco Central Europeu (BCE) e FMI antes de 15 de fevereiro, para que os trâmites legais possam ser concluídos a tempo de evitar um caótico default que poderia ameaçar a recuperação da economia global.
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Mas, após conversas durante toda a noite com líderes dos três partidos da coalizão grega e com inspetores-chefes da UE e do FMI, Venizelos apareceu pouco antes do amanhecer para dizer que uma questão não foi resolvida. "Estou indo para Bruxelas em breve e com a esperança de que o encontro do Eurogroupo seja realizado e uma decisão positiva sobre o novo programa seja tomada", afirmou ele a jornalistas.
"A sobrevivência financeira do país nos próximos anos depende do novo programa... É tempo de responsabilidade para todos."
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