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Crise, reduz expositores em feiras de empregos na China

Pequim, 6 fev (EFE).- Com 20 milhões de imigrantes rurais internos desempregados com reflexo da crise econômica mundial, a quantidade de empresas procurando trabalhadores na primeira feira de empregos após o Festival da Primavera na China, aberta hoje, é de apenas 300, quando seus organizadores esperavam em torno de 400.

EFE |

Cerca de 30 mil pessoas foram hoje à abertura, no Palácio de Exposições Agrícolas, da primeira de quatro feiras de empregos que a capital Pequim terá só neste mês.

"No ano passado o número foi mais ou menos igual, mas caiu a quantidade de empresas que vêm a oferecer emprego", destacou à Agência Efe uma das organizadoras do evento, de sobrenome Wang.

"A coisa está muito difícil. Se nota a gravidade da crise", reconhece Feng Ban, um desenhista gráfico de 26 anos que passou toda a manhã na feira sem encontrar um trabalho adequado.

O peso da crise também levou muitos empregadores a dispensar os custos dos estandes, preferindo "caçar" os trabalhadores a pé.

"Somos uma companhia pequena, simplesmente buscamos gente disposta a trabalhar na posição que oferecemos, não precisamos de alta titulação", conta aos candidatos um destes, Xu Ping, representante da companhia de venda de automóveis YHSQ.

Entre jovens em busca de seu primeiro emprego, encontra-se gente como Ma Liang, de 54 anos e aposentada de seu trabalho como secretária, mas que, diante da situação econômica, decidiu tentar voltar ao mercado de trabalho.

"Há algumas empresas que se mostraram interessadas, espero que me chamem. Apesar da crise, não parece complicado encontrar trabalho", conta, otimista.

Alguns dos que oferecem emprego, como Yang Jingyu, da firma de software Xiandai Zhongou, queixam-se de que, com a crise, baixa o nível de experiência dos que procuram estas feiras: "Os que já têm um trabalho neste momento não se atrevem a deixá-lo para mudar, portanto os que há aqui costumam ser novatos e sem a experiência de que necessitamos", lamenta.

Trata-se de gente como Ying Meixiang, uma jovem de 22 anos que, a poucos meses de se formar em informática, procura trabalho: "Não conto com experiência, portanto não tenho muitas pretensões, mas em seguida, com esforço, espero melhorar. O importante agora é buscar trabalho", afirma à Efe. EFE abc/jp

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