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Crise na América Latina atinge comércio, turismo, remessas e investimentos

A crise econômica mundial atinge duramente a América Latina em quatro áreas vitais, como comércio, turismo, remessas e investimentos, informou nesta terça-feira, em Bruxelas, o secretário-geral ibero-americano Enrique Iglesias, de visita a Bruxelas para se reunir com a Comissão Européia.

AFP |

"Primeiro temos a queda do Produto Interno Bruto de países com que temos atividades Estou falando dos Estados Unidos, da Europa e da China, que são grandes compradores nossos", afirmou.

"A crise nos afeta tambémpelas remessas de dinheiro dos imigrantes, que podem cair em torno dos 10%. Se nota também no tema do turismo e na falta de apetite dos investidores, que começam a reduzir", acrescentou.

Apesar do panorama negativo, que se fará sentir no PIB da região e no emprego, Iglesias acha que a América Latina conta com as melhores defesas de história para fazer frente à crise mundial.

"Temos economias bem administradas em termos gerais, controle da inflação, boas políticas sérias em termos monetários e fiscais e um acúmulo de reservas muito importantes de 460 bilhões de dólares", afirmou, recordando que a região não sofrerá uma recessão em 2009.

"Na América Latina o impacto da crise não é recessivo. A América Latina não vai entrar em recessao no próximo ano, vai crescer. Se nos detivermos às cifras da Cepal, vai crescer 2,5%. Existem cifras que falam de um crescimento inferior. Mas, em todo caso, não se está falando em recessão", concluiu.

Segundo a Comissão Econômica para a América Latina (Cepal), o crescimento econômico da América Latina em 2009 dificilmente chegará aos 3%, quando 4% era o previsto, e em 2008 não alcançará o esperado 4,5%.

mar/cn

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