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Crise financeira: Merkel e Berlusconi divergem sobre fundo europeu

Os dirigentes de Alemanha e Itália, Angela Merkel e Silvio Berlusconi, confirmaram suas divergências nesta segunda-feira à noite, em Berlim, sobre a oportunidade de criar um fundo europeu para ajudar os bancos a superar a crise financeira global.

AFP |

A chanceler alemã e o chefe do Governo italiano, que se reuniram para um jantar que já estava programado desde antes da explosão da crise, disseram à imprensa que esperam uma atitude "coerente" para lutar contra os sobressaltos dos mercados.

Merkel reafirmou sua oposição à proposta de Berlusconi de criar um fundo comum aos 27 membros da União Européia para ajudar suas instituições financeiras.

"Todos estamos de acordo com dizer que precisamos de uma atitude coerente, já que pertencemos à mesma zona monetária", afirmou a chanceler.

"Isso implica uma estreita coordenação. É claro que cada país deve assumir suas próprias responsabilidades nesse contexto", frisou a chanceler alemã, citando, como exemplo, o plano de resgate do banco Hypo Real State, coordenado no fim de semana passada por seu governo.

Como já havia feito durante a minicúpula dos quatro "grandes" países europeus, em Paris, no sábado, Berlusconi sugeriu a criação de um fundo europeu de ajuda ao sistema financeiro.

"Propus, e continuo pensando que será o melhor para nós, criar uma forma comum de proteção (...) para os 27 países europeus", insistiu Berlusconi.

"Obviamente, é difícil, mas penso que, como temos uma moeda comum, podemos agir de maneira concertada para administrar essa crise, apoiar o sistema financeiro e garantir aos nossos cidadãos que ninguém sofrerá perdas", acrescentou.

dlc-fjb/tt

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