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Crise faz Petrobras apertar o cinto dos funcionários

RIO DE JANEIRO - Se a crise ainda não atingiu os projetos da Petrobras para aumentar a sua produção de petróleo e gás natural nos próximos anos, inclusive os da cobiçada área do pré-sal, os funcionários vão sentir a partir desta terça-feira que o cinto começa a apertar. Antes de viajar para a China, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, vai pedir por meio de um pronunciamento pela intranet da empresa a colaboração de todos os funcionários para racionalizar os recursos, desde a parte de treinamento a eventos e viagens.

Reuters |

Alguns eventos deverão ser cortados e outros reduzidos, o que não deverá ser detalhado por Gabrielli no pronunciamento.

"Se o evento estiver contratado, será renegociado", deu como exemplo uma fonte que pediu para não ser identificada.

Outra fonte informou que o clima é de certa preocupação dentro da companhia. Cursos fora da Petrobras ou do país foram cancelados.

"Existe um clima de apreensão na empresa, todos atentos ao pronunciamento do presidente... mas uma série de medidas já foi tomada", disse a fonte.

Várias participações em feiras e exposições serão canceladas. Do lado da força de trabalho, poderão ocorrer ajustes com pessoal que não é contratado diretamente pela Petrobras.

"Os contratos de terceirizados que estão em vigor vão ser mantidos, mas novos prestadores de serviço estão suspensos até segunda ordem", disse a fonte.

A Transpetro, braço de logística da companhia, também estaria passando pelo mesmo processo, afirmou.

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