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Crise econômica toma força e atinge bolsas da Ásia

Por Kevin Plumberg HONG KONG (Reuters) - Os principais mercados asiáticos e as moedas de mercados emergentes se desvalorizaram nesta quinta-feira, pressionados por dados ruins sobre o emprego nos Estados Unidos e temores quanto aos lucros de empresas. As preocupações esfriaram a disposição de investidores em tomar riscos com expectativas de maiores retornos.

Reuters |

A crise financeira de 2008 se transformou em uma crise econômica global em 2009, com os gastos com consumidores sendo cortados, exportações asiáticas entrando em colapso e o desemprego atingindo um nível alarmante.

"Nós vimos um pouco de esperança anteriormente de que o mundo poderia estar perto de uma rápida recuperação, mas a realidade é que ainda há problemas nos mercados", disse Lucinda Chan, diretora de divisas do Macquarie Equities na Austrália.

Expectativas de que medidas fiscais de estímulo darão apoio ao crescimento global, que alimentaram os ralis recentes de mercados de ações por o todo mundo, foram moderadas pela realidade econômica sombria e difícil.

O índice Nikkei da bolsa de TÓQUIO caiu 3,9 por cento, após ter tido a maior sequência de altas desde abril de 2006.

O índice MSCI das principais ações da Ásia-Pacífico com exceção do Japão registrava perda de 4,06 por cento, às 7h48 (horário de Brasília).

Ações de tecnologia, em particular, foram abatidas após a Intel ter cortado previsão de vendas para o quarto trimestre pela segunda vez.

No Japão, a fabricante de componentes eletrônicos Kyocera registrou uma das piores quedas do índice, perdendo 6,6 por cento, enquanto a fabricante de computadores Lenovo, listada em Hong Kong, perdeu 22 por cento após ter emitido um alerta de lucro trimestral e corte de empregos. O índice Hang Seng, de HONG KONG, se desvalorizou 3,8 por cento.

Na Coréia do Sul, a bolsa de SEUL perdeu 1,8 por cento, enquanto a desvalorização na bolsa de valores de CINGAPURA foi de 2,8 por cento. A perda na bolsa de XANGAI foi de 2,4 por cento, e em TAIWAN houve baixa de perdeu 5,3 por cento. Em SYDNEY, o mercado recuou 2,3 por cento.

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