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Crise de financiadoras de hipotecas pesa sobre bolsas de Nova York

SÃO PAULO - As bolsas nova-iorquinas tiveram novo pregão de queda, mais uma vez afetadas pelo setor financeiro e pelas especulações em torno das financiadoras de hipotecas Fannie Mae e Freddie Mac. A forte queda nas cotações do petróleo também prejudicou o desempenho das ações de empresas de energia. A exceção foi a Nasdaq, que registrou ligeira alta.

Valor Online |

O Dow Jones Industrial perdeu 0,8%, para 10.962,54 pontos. O S & P 500 caiu 1,1%, aos 1.214,91 pontos. O Nasdaq Composite, por outro lado, subiu 0,1%, ficando em 2.215,71 pontos.

As ações da Fannie Mae e Freddie Mac voltaram a concentrar as atenções. Os investidores têm dúvidas sobre a eficácia das ações do governo para dar apoio às financiadoras - como o pedido ao Congresso de autoridade ilimitada para emprestar dinheiro, ou para comprar títulos dessas empresas. Fannie Mae e Freddie Mac compram ou financiam quase metade dos US$ 12 trilhões em financiamento habitacional nos EUA. Além disso, a agência de classificação de risco Moody´s rebaixou o rating de solidez financeira das companhias, alegando que elas apresentam risco de aumento de inadimplência e capacidade limitada de levantar capital. Fannie Mae fechou com queda de 27,2% e a Freddie Mac perdeu 26%.

Novamente, o setor financeiro como um todo foi afetado, com fortes baixas em Citigroup (-4,3%), Merrill Lynch (-4,6%) e Bank of America (-8%).

A seguradora AIG recuou 8,5% depois de analistas do banco Wachovia terem rebaixado a recomendação dos papéis da empresa.

A retração expressiva do petróleo hoje - os contratos de agosto e setembro negociados em Nova York recuaram mais de US$ 6 - influenciou os papéis de empresas do setor. As petroleiras Exxon Mobil e Chevron perderam 3,8% e 3,6%, respectivamente.

(Valor Online, com agências internacionais)

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