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Crise ainda vai chegar na economia real, diz chefe do FMI

SÃO PAULO - O diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Kahn, acredita que o ano de 2009 será um ano difícil tanto para economias avançadas como para as emergentes, mas vê alguns sinais de esperança, citando os pacotes de estímulo econômico. O problema é que o efeito na economia real, na sua maior parte, ainda está por vir, sustentou em entrevista antes de viajar para Roma para a reunião do G-7.

Valor Online |

Strauss-Kahn disse que os governos devem focar-se em colocar a economia em movimento por meio da implementação dos planos de estímulo à atividade já anunciados e sanear seus setores financeiros.

"A questão agora não é mais convencer os governos a agir, mas sim a de que eles implementem as políticas necessárias para administrar", declarou o representante do Fundo.

Strauss-Kahn também alertou dos perigos de soluções protecionistas contra a crise, que começaram em meados de 2007. A entrevista foi concedida ao IMF Survay Magazine, disponível na página eletrônica do Fundo.

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