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Crescem os atrasos nos voos

O número de voos com atrasos superiores a 30 minutos aumentou no 1º trimestre do ano com relação ao mesmo período do ano passado. Apesar de terem sido maiores em janeiro, mês de férias, eles continuaram crescendo em fevereiro e março, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

AE |

O número de voos com atrasos superiores a 30 minutos aumentou no 1º trimestre do ano com relação ao mesmo período do ano passado. Apesar de terem sido maiores em janeiro, mês de férias, eles continuaram crescendo em fevereiro e março, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Em janeiro, os atrasos atingiram 17,8% do total de voos no País, ante 15,5% no mesmo mês de 2009. Em fevereiro, esse número caiu para 12,7%, mas ainda foi maior que o registrado no mesmo mês do ano passado (8,6%). Em março, os atrasos voltaram a subir e chegaram a 13,1% dos voos, enquanto no ano passado 7,1% dos voos partiram atrasados no mês. A Anac atribui os atrasos à condições meteorológicas adversas, como chuvas, que provocam o fechamento de aeroportos. Porém, a agência diz que, mesmo em caso de atrasos devido ao clima, as empresas devem oferecer assistência material e orientar o passageiro. No caso de passageiros que foram prejudicados pelo bloqueio do tráfego aéreo na Europa por causa das cinzas de um vulcão islandês, a situação não é diferente (veja matéria na página 2B). O número de atrasos variam nas empresas. No trimestre, a TAM foi a que teve maior número de voos atrasados: em janeiro, o número chegou a 23,9% do total de voos e, em março, 17,2%. Já a companhia que tem menos voos atrasados é a Azul. Em março, do total de voos, 5,2% tiveram atrasos. Na Ocean Air foram 7,7%, na Gol 9,7% e, na WebJet, 10,8%. Miguel Dau, vice-presidente operacional da Azul, afirma que atrasos devem-se a problemas climáticos, mas também ao aumento do número de passageiros. "Estamos enfrentando esse problema, que só pode ser solucionado se houver uma melhoria na infraestrutura dos aeroportos. Não depende apenas das empresas". A TAM diz oficialmente que, no período, os atrasos foram impulsionados por fortes nevascas nos EUA e nos países da Europa e influenciaram a pontualidade das conexões com voos domésticos no aeroporto de Guarulhos. A Gol também atribui os atrasos ao clima. "Quando um aeroporto fecha devido ao problema, causa um efeito cascata nos voos subsequentes. As medidas visam garantir a segurança", diz, em nota. A Ocean Air e a WebJet não responderam ao pedido de entrevista.

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