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Credores da BRA adiam assembléia e evitam falência

Os credores da BRA Linhas Aéreas evitaram hoje a falência da companhia ao suspender, por 30 dias, a assembléia que votaria um plano de negócios para retomar sua operação, no chão desde 6 de novembro de 2007. De acordo com o advogado da empresa, Joel Thomaz Bastos, do escritório Felsberg e Associados, vai ficar para o próximo dia 28 de agosto a definição de um novo projeto para tentar salvar a empresa, que acumula dívida de R$ 250 milhões.

Agência Estado |

Esperava-se até esta segunda-feira o anúncio de um aporte de um investidor para a BRA, o que não aconteceu. Na semana passada, um dos maiores credores da companhia, a instituição financeira Union National, anunciou oficialmente sua desistência em investir na BRA. A estimativa era a de que a companhia precisasse de pelo menos R$ 30 milhões para voltar a operar, sendo uma injeção inicial de R$ 6 milhões, conta Bastos.

Como não houve mais nenhuma manifestação de interesse em investir na BRA, a expectativa era a de que a falência fosse decretada ainda nesta segunda-feira, conforme admitiu Bastos.

O novo plano pretende que a BRA volte a operar como uma empresa de vôos fretados. Esse tipo de operação deu origem à BRA. Bastos diz que o investimento necessário no novo projeto deverá ser "bem inferior" aos R$ 30 milhões estimados inicialmente, mas não soube precisar quanto.

"Houve mais uma suspensão da assembléia para que seja feito um plano de negócios para a empresa voltar a operar com vôos fretados", afirmou Bastos. Segundo ele, apenas a Infraero, um dos credores da BRA, votou contra a suspensão da assembléia, que era a continuidade de outro evento suspenso no dia 3 de julho.

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