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Crédito deve crescer para 49% do PIB este ano, prevê BC

BRASÍLIA - O Banco Central (BC) manteve a projeção de 20% para a variação positiva do crédito em 2010, ante 2009. Na relação esperada com o Produto Interno Bruto (PIB), entretanto, a previsão subiu de 48% para 49%.

Valor Online |

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Ao fim do ano passado, o volume global de crédito era equivalente a 45% do PIB. O estoque de crédito bancário até fevereiro era de R$ 1,435 bilhão, ou 44,9% do PIB.

De acordo com revisão trimestral divulgada hoje, o desempenho dos bancos estrangeiros deve cair a um terço do previsto. Em dezembro último, o diretor de Política Econômica do BC, Mario Mesquita informou que trabalhava com uma forte atuação dos estrangeiros, que na esteira da recuperação antecipada da economia brasileira da crise, deveriam expandir suas carteiras de crédito em 24,5% este ano.

Ao divulgar os novos números, o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, reduziu a estimativa para 8% de alta no crédito dos estrangeiros.

Já o desempenho dos bancos públicos e privados deve ser igual: evolução de 23% em cada carteira de crédito. A projeção anterior apontava 20,4% para os privados e o crescimento de 17,1% do crédito nos bancos públicos.

Lopes usou como argumento para a mudança, o comportamento do crédito em cada tipo de instituição financeira nos 12 meses terminados em fevereiro.

A expansão do crédito dos bancos estrangeiros foi positiva em apenas 0,8%, enquanto os privados nacionais apresentam alta de 11,9% e os bancos públicos, 31,2% de elevação no período.

Em fevereiro de 2009, o crédito dos bancos públicos representava 37% do global, subindo a 42% em fevereiro deste ano. A oferta dos privados nacionais saiu de 42% para 40%, enquanto nos estrangeiros a participação caiu de 21% para 18%. em igual período de comparação, segundo o BC.

Lopes disse que o ritmo de expansão dos bancos públicos "deve desacelerar este ano, por uma ação mais forte dos privados". Explicou ainda que a alta variação de 31,2% dos públicos ainda está "contaminada" pelo empréstimo de R$ 25 bilhões concedido pelo BNDES à Petrobras, no ano passado.

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