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Correios: greve deve ser declarada abusiva

A Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) entrará amanhã com pedido no Tribunal Superior do Trabalho (TST) para que a greve de seus funcionários seja declarada abusiva, o que pode levar à determinação de manutenção no serviço de um porcentual mínimo, normalmente de 30%, e de desconto dos dias parados. O pedido levará o TST a marcar audiência de conciliação.

Agência Estado |

Segundo a assessoria da ECT, a adesão à greve permanece nos mesmos 40% de ontem, quando foi deflagrada, embora outros três Estados (Espírito Santo, Santa Catarina e Roraima) tenham aderido ao movimento. Explicou que o porcentual permanece o mesmo porque a adesão dos três Estados foi compensada pela volta ao trabalho, hoje, de algumas unidades na Grande São Paulo, que concentra 10 mil dos 55 mil carteiros do País. Como havia anunciado, a empresa diz que começou a descontar os dias parados a partir de hoje.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios no Distrito Federal, Moysés Leme, contestou os dados da ECT e declarou que a paralisação chega a 70% da área operacional. Um grupo de grevistas pretende fazer manifestação, hoje, em frente ao Palácio do Planalto, e quer que uma comissão seja recebida pelo presidente Luiz Inácio Lula da silva. Em assembléia em Brasília, no início da tarde, os grevistas do Distrito Federal votaram pela continuidade da paralisação.

Os carteiros em greve reivindicam que o salário passe dos atuais R$ 603 mensais para R$ 1.119,00 por mês, enquanto a ECT diz que desde o mês passado, com o pagamento do abono adicional, o salário deles subiu para R$ 863,00 por mês.

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