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Correios: a greve vai continuar

A greve dos funcionários dos Correios continua por tempo indeterminado. A audiência entre o sindicato da categoria e os representantes da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos, promovida ontem pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), terminou sem acordo.

Agência Estado |

Rider Nogueira de Brito, ministro do TST, se dispôs a intermediar a negociação e sugeriu que os empregados voltassem ao trabalho, evitando causar mais prejuízos à população. Mesmo assim, em assembléia realizada no fim da tarde, os funcionários decidiram pela continuidade da greve.

Uma nova audiência de conciliação está marcada para o próximo dia 15. Na ocasião, se as partes não chegarem a um consenso, a greve irá a julgamento. Por enquanto, permanece válida a decisão liminar do TST, que determina a manutenção de 50% do corpo de funcionários em cada unidade dos Correios.

Os trabalhadores reivindicam o fim do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS), que começou a ser implantado em 1º de julho e que permite demissão por baixa produtividade. Eles também pleiteiam um adicional de risco de 30% sobre o salário.

Os Correios afirmam que não vão remunerar os funcionários pelos dias de paralisação.

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