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Correção: Plano de ajuda precisa ser forte, diz Bush

A nota enviada anteriormente continha incorreções. O montante solicitado pelo governo dos EUA ao Congresso norte-americano é de US$ 700 bilhões, e não US$ 700 milhões.

Agência Estado |

E o novo limite para o endividamento público pode ser elevado a US$ 11,3 trilhões e não US$ 11,3 bilhões como informado anteriormente. Segue a nota corrigida:

A solicitação de US$ 700 bilhões pelo governo dos EUA ao Congresso norte-americano visa a compra de papéis de difícil liquidação em poder de bancos e outras instituições norte-americanas que enfrentam dificuldades financeiras. O presidente do EUA, George W. Bush, prometeu trabalhar com o Congresso para que a proposta seja aprovada o mais rápido possível.

Hoje, após reunir-se com o presidente colombiano, Álvaro Uribe, Bush disse que decidiu agir com ousadia depois de perceber a gravidade dos problemas que afligem a economia dos EUA. Segundo o presidente norte-americano, o plano precisa ser forte o suficiente para que a crise seja solucionada. O valor de US$ 700 bilhões consta em cópias da proposta do governo, obtidas pelas agências Associated Press e Newswires.

Bush disse ainda que seu primeiro instinto foi deixar os mercados continuarem operando livremente em vez de oferecer ajuda governamental. No entanto, o presidente afirmou ter sido aconselhado por especialistas de que seria necessário um maciço auxílio do governo para contornar a crise.

A proposta do governo dá ao secretário do Tesouro, Henry Paulson, poder ilimitado para comprar até US$ 700 bilhões de uma ampla gama de papéis lastreados em hipotecas. Também prevê que o limite para o endividamento público seja elevado, para US$ 11,3 trilhões. Embora o plano tenha o limite de prazo de dois anos, o Tesouro poderá ficar com os papéis comprados por quanto tempo achar necessário. Todos os títulos adquiridos através do programa devem ser ligados a hipotecas anteriores a 17 de setembro deste ano.

O plano, encaminhado ao Congresso na noite de sexta-feira, também garante a imunidade do Tesouro contra quaisquer ações legais. Além disso, dá a Paulson permissão para contratar instituições financeiras privadas para conduzir o programa, assim como para criar novas entidades que comprariam títulos hipotecários e emitiriam papéis.

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