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Correção: Petróleo sobe, acompanhando alta das bolsas

A nota enviada anteriormente continha um erro. Por volta das 11h50 (de Brasília), o contrato futuro do petróleo tipo Brent com vencimento em dezembro, negociado em Londres, avançava 1,63%, a US$ 62,41 o barril, e não 21,63%, conforme informava nota anterior.

Agência Estado |

Segue abaixo a nota corrigida:

Londres, 28 - Os preços futuros do petróleo estão em alta, impulsionados pela alta no mercado de ações, segundo operadores. Às 11h49 (de Brasília), o contrato com vencimento em dezembro do petróleo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York (Nymex, na sigla em inglês) subia 1,95% para US$ 64,45 o barril. Em Londres, o contrato de dezembro do petróleo tipo Brent avançava 1,63% para US$ 62,41 o barril.

Os comentários feitos ontem pelo secretário-geral da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) sobre a possibilidade de o grupo diminuir a produção também ofereceram suporte aos preços, mas analistas prevêem que os fundamentos da commodity devem continuar em segundo plano no curto prazo, cedendo espaço para os movimentos dos mercados de ações. "(Os investidores) estão colocando o apetite por risco acima dos fundamentos," disse Torbjorn Kjus, analista de mercado de petróleo da gestora de ativos DnB NOR em Oslo. "Até que isso mude, não haverá mudança nos preços."

Apesar da alta nos preços, analistas do mercado de petróleo continuam cautelosos em sugerir que a onda de vendas da commodity terminou. "A volatilidade continua alta e ainda há muita incerteza a respeito da perspectiva econômica mundial", disse Nimit Khamar, analista da Sucden Research em Londres. "Seria muito prematuro pensar em um piso para os futuros do petróleo, mesmo que eles estejam amplamente sobrevendidos e não reflitam os fundamentos de mercado."

O mercado financeiro aguarda a decisão sobre os juros da reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc) do Federal Reserve (Fed, banco central americano), que deve ser divulgada amanhã. A expectativa da maior parte dos participantes é de que o comitê decida diminuir em 0,50 ponto porcentual a taxa de juros, para 1% ao ano. "(Se o Fomc reduzir os juros), então poderemos ver um rali nos mercados de ações e o petróleo provavelmente acompanhará", disse Jim Rintoul, analista do TheOilTrader.com, alertando que nas atuais circunstâncias qualquer alta pode ser bastante efêmera. As informações mais recentes sobre os estoques de petróleo dos EUA e a leitura sobre a demanda no país serão divulgadas amanhã. As informações são da Dow Jones.

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